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Passatempo Amar é proteger!

7.5.13

Passatempo Amar é proteger| O Mundo do Lucas vai oferecer 1 coleira Scalibor, para que possa proteger o seu animal de estimação. Prevenir é o melhor remédio: proteja o seu cão com Scalibor® ProtectorBand.
A Scalibor® ProtectorBand é uma coleira com uma tecnologia inovadora e uma eficácia comprovada contra o mosquito transmissor da Leishmaniose.

Para participar, têm de cumprir obrigatoriamente as seguintes regras:

- Fazer "Gosto" na página O Mundo do Lucas - https://www.facebook.com/OMundoDoLucasblog
- Comentar a publicação do passatempo com o nome de 3 amigos para que também eles fiquem a conhecer o passatempo
- Partilhar PUBLICAMENTE a publicação do passatempo
- Preencher todos os campos deste formulário http://goo.gl/1tzdk

O Sorteio termina às 23h59 do dia 21 de Maio! O resultado é revelado durante o dia 22, na página O Mundo do Lucas!

Só é válida UMA participação por pessoa e se cumprir TODOS os requisitos. 
O vencedor será sorteado aleatoriamente pelo sitewww.random.org
(a cada participante será atribuído um número por ordem de participação que inicia no 2, o 1 não é atribuído a ninguém por definição da template do formulário)

Obrigada e BOA SORTE! ❤

Estudo português conclui que Leishmaniose é endémica no interior do país

29.4.13

Saúde| Estudo português realizado pelo Observatório Nacional das Leishmanioses (ONLeish), conclui que Portugal é um país endémico e que a leishmaniose canina prevalece em todo Portugal Continental, com maior expressão nas zonas do interior.

Este estudo da prevalência da Leishmaniose Canina, foi o maior alguma vez realizado em todo o mundo e permitiu a avaliação desta infeção em todo o país.

A leishmaniose canina é uma infeção grave transmitida por um inseto, semelhante a um mosquito, o flebótomo. Trata-se de uma doença sem cura, que se não tiver tratamento, poderá levar à morte do cão. É uma doença zoonótica, ou seja, é transmissível ao Homem, o que faz com que seja um risco para a Saúde Pública.

“A análise da prevalência da doença entre cães de todos os distritos de Portugal Continental permitiu identificar que muitas vezes o aumento de casos de infeção deve-se a fatores “externos” ao Homem, como mudanças climatéricas”, explica Lenea Campilho, Presidente da ONLeish.

Segundo o estudo, a prevalência da Leishmaniose Canina encontra-se maioritariamente nas regiões do interior do país, nomeadamente Beja, Portalegre e Castelo Branco, no entanto, a doença ocorre em todo o Portugal Continental; afeta cães na faixa etária dos 2 ou mais anos de idade, que passam a maior parte do tempo ao ar livre e os animais com pelo mais curto e de raça pura.

Perguntas sobre a prevenção da Leishmaniose

17.5.12
Posso vacinar o meu cão contra a Leishmaniose?
Não. Infelizmente não estão disponíveis vacinas para cães que protejam contra a Leishmaniose.

Para quando poderemos esperar uma vacina comercial?
Existem vários grupos de investigadores a trabalharem no desenvolvimento de uma vacina. Até hoje não se conseguiu desenvolver uma vacina suficientemente eficaz. Os investigadores crêem que ainda teremos de esperar alguns anos até que exista uma vacina comercial na Europa.

Existem outros produtos que possam proteger o meu cão?
Enquanto não se desenvolve uma vacina, a única forma de prevenir a doença é através da prevenção da picada do insecto transmissor da Leishmaniose. Há produtos em pipetas disponíveis que garantem uma certa protecção contra a picada do flebótomo. A melhor opção é a utilização de coleiras impregnadas de deltametrina, tal como é recomendado pela Organização Mundial de Saúde. A Scalibor® Protector Band é a única coleira impregnada de deltametrina actualmente disponível. A Scalibor® Protector Band demonstrou conseguir prevenir 95% das picadas dos flebótomos transmissores da Leishmaniose Canina durante mais de 6 meses.

Como é que este produtos protegem o meu cão?
O modo de acção deste tipo de produtos baseia-se principalmente no efeito repelente do flebótomo, evitando que este pique o cão. Um flebótomo que não pica não transmite a Leishmaniose.

Que provas existem que demonstram que estes produtos têm uma boa eficácia?
Dos produtos disponíveis no mercado, somente se dispõem de boas evidências da Scalibor®Protector Band. Têm sido publicados vários artigos científicos referentes a estudos realizados em países como a França, Espanha, Itália, Irão e Brazil, nos quais foram avaliados milhares de cães e que demonstram que, actualmente, a Scalibor® Protector Band é o melhor produto disponível para evitar a picada do flebótomo transmissor da Leishmaniose Canina.

Consigo proteger o meu cão de 100% das picadas do flebótomo?
Nenhum produto pode oferecer uma protecção de 100%. O melhor que se conseguiu atingir foi uma protecção contra 95% das picadas dos flebótomos transmissores da Leishmaniose Canina durante mais de 6 meses, com a Scalibor® Protector Band.

O que é que os cientistas opinam sobre os produtos disponíveis comercialmente?
Vários cientistas têm reconhecido a eficácia das coleiras impregnadas de deltametrina. Prova disso é o facto da Organização Mundial de Saúde ter recomendado, num relatório sobre doenças transmitidas por vectores, que os “donos devem ser encorajados a colocarem nos seus cães” este tipo de coleiras.
Uma revisão, publicada recentemente, dos vários artigos científicos publicados nos últimos anos também refere que existem boas evidências para a recomendação da utilização em cães das coleiras impregnadas de deltamtrina.

Que mais posso fazer para prevenir a picada do flebótomo?
Mantenha o seu cão dentro de casa desde o entardecer até ao amanhecer, entre Março e Novembro.

Perguntas sobre o tratamento da Leishmaniose

16.5.12
O tratamento pode curar o meu cão?
Não. O tratamento não permite uma cura completa. Geralmente consegue-se a remissão dos sinais clínicos, no entanto, o animal pode ficar portador do parasita, podendo vir a ter recaídas passados meses ou anos. O tratamento será tanto mais fácil e de menor duração quanto mais cedo for diagnosticada a doença e iniciada a terapêutica. Consequentemente, o diagnóstico precoce é de extrema importância.

Qual é a possibilidade de ocorrer uma recaída?
É muito variável e difícil de quantificar. Dependerá do estilo de vida do seu cão, de possíveis reinfecções, da assistência médico-veterinária que lhe consiga disponibilizar, etc.

Que devo fazer se os sinais voltarem a aparecer?
Contacte imediatamente o médico-veterinário do seu cão para que este possa reiniciar o tratamento.

Posso contrair a doença se for picado por um flebótomo infectado?
É praticamente impossível que uma pessoa saudável venha a desenvolver sinais de Leishmaniose. No Homem, a resposta imunitária contra a leishmania é muito mais eficaz do que no cão, sendo capaz de impedir a expressão da doença na grande maioria dos casos. Numa zona endémica, uma elevada percentagem de pessoas já contactou com o parasita alguma vez, mas, no entanto, o número de casos clínicos é quase nulo. Mesmo que haja desenvolvimento de sintomas, o tratamento, numa pessoa sem qualquer outro comprometimento, tem uma elevada taxa de sucesso.

Perguntas sobre o diagnóstico da Leishmaniose

15.5.12
O que devo fazer se achar que o meu cão tem Leishmaniose?
Deve levar o seu cão ao Centro de Atendimento Médico-Veterinário o mais cedo possível. Aí o Médico-Veterinário poderá examiná-lo clinicamente e propor-lhe a realização de um ou mais exames complementares de diagnóstico para confirmar a presença ou ausência da doença.

Qual é o período de incubação da doença?
O período de incubação é muito variável, podendo ser de poucos meses ou anos. O valor médio poderá aproximar-se dos 3 a 18 meses.
Alguns cães são resistentes e, embora possam sofrer picadas de flebótomos infectados, nunca mostrarão sinais de doença, desde que se mantenham correctamente alimentados e não sejam submetidos a situações de stress variado. Pensa-se que esta resistência poderá ser determinada geneticamente.

Que métodos de diagnóstico existem?
Basicamente, utilizam-se técnicas que nos permitam detectar o parasita (parasitológicas) ou a presença de uma resposta imunológica do cão àquele. Quando se suspeita que um cão está a desenvolver leismaniose podem utilizar-se várias técnicas simultaneamente a fim de assegurar o diagnóstico.
Em zonas endémicas de leishmaniose canina, os donos devem submeter rotineiramente os seus cães a exames para determinar se estão ou não infectados de forma a se conseguir um diagnóstico precoce. Uma boa altura para o fazer é durante a consulta anual de revacinação.

Perguntas sobre a via de transmissão da Leishmaniose

14.5.12
Como se transmite a leishmaniose?
A Leishmaniose transmite-se através do insecto chamado flebótomo, de reduzidas dimensões.

Todos os flebótomos transmitem a leishmaniose?
A Leishmaniose transmite-se através do insecto chamado flebótomo, de reduzidas dimensões.

Por que é que só os flebótomos fêmeas transmitem a leishmaniose?
Ambos os sexos se alimentam do néctar das plantas, mas somente as fêmeas se alimentam do sangue dos mamíferos. A fêmea necessita do sangue para a postura dos ovos. Passada cerca de uma semana da alimentação de sangue, a fêmea põe aproximadamente 100 ovos no solo ou locais húmidos e ricos em matéria orgânica.

Quantas vezes tem um flebótomo fêmea de picar para poder transmitir a Leishmaniose?
Para transmitir a leishmaniose, um flebótomo fêmea tem que picar um cão infectado e posteriormente tem de picar um cão saudável. Quando o flebótomo fêmea pica um outro cão, inocula as leishmanias no cão saudável, infectando-o.

Como posso reconhecer um flebótomo?
Os flebótomos são insectos de pequeno tamanho, com pilosidades e duas asas (2,5 a 3 mm de largura) que, ao contrário dos mosquitos, não emitem um zunido quando voam. A cor varia entre o amarelo claro e o castanho escuro.

Qual é o seu habitat?
Os flebótomos dificilmente se vêem durante o dia porque geralmente permanecem ocultos em lugares escuros e húmidos, como fendas e gretas em muros, etc. Embora também se chame mosca da areia ao flebótomo, este não vive nas praias. Muito pelo contrário. Este nome deve-se ao facto da sua cor poder parecer a da areia (amarelo claro). Prefere áreas rurais ou lugares nas cidades com árvores e arbustos, como jardins e parques.

Qual é o ciclo de vida do flebótomo?
As larvas eclodem dos ovos uma semana após a postura. As larvas passam por quatro estadios antes que a pupa se forme. As pupas transformam-se em adultos passados cerca de 10 dias. O ciclo completo desde o ovo até à forma adulta dura aproximadamente 2 meses.

Em que momento do dia pico o flebótomo?
O período de actividade dos flebótomos começa ao entardecer e continua até ao amanhecer. Os flebótomos da área mediterrânea preferem noites amenas (não menos do que 16ºC) e não podem voar com ventos fortes. Não obstante, podem percorrer distâncias de até 2km.

Quantas vezes uma fêmeas precisa de picar?
Uma fêmea pica normalmente 3-4 vezes antes de morrer. Uma fêmea infectada pode contagiar entre 2 a 3 cães.

O flebótomo também pode entrar no interior das casas?
Maioritariamente picam no exterior, no entanto, também se vêem frequentemente no interior das habitações. São atraídos pelo odor dos animais e pessoas.

Fonte: Scalibor

Perguntas sobre a Leishmaniose Canina

13.5.12
O que é a Leishmaniose Canina?
Trata-se de uma doença parasitária grave do cão, causada por um protozoário (parasita microscópico), denominado Leishmania, transmitido por um flebótomo - insecto relativamente parecido com um mosquito, mas mais pequeno. A Leishmaniose é uma zoonose, ou seja, pode transmitir-se ao Homem. Em Portugal, a transmissão ao Homem é rara e considerada acidental.

Quais são os sinais clínicos mais comuns?
O primeiro sinal clínico mais habitual é a perda de pêlo, sobretudo em redor dos olhos, nariz, boca e orelhas. À medida que a doença progride, o cão perde peso. É habitual o desenvolvimento de uma dermatite ulcerativa que se pode dissemniar por toda a superfície corporal do cão. São também habituais feridas da pele, na cabeça e membros, principalmente nas áreas que contactam com o chão quando o cão está sentado ou deitado. Numa fase mais avançada, começam a observar-se sinais relacionados com a insuficiência renal crónica, que entretanto se desenvolve.

Onde é que ocorre a leishmaniose canina no mundo?
A leishmaniose canina ocorre principalmente na América Latina e nos países mediterrâneos incluindo Portugal, Espanha, França, Itália, Malta, Grécia, Turquia, Israel, Egipto, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos.

Onde é que ocorre a leishmaniose canina em Portugal?
Grande parte de Portugal Continental é endémico, ou seja, a doença prevalece com índices significativos. As regiões mais importantes são Trás-os-Montes e Alto Douro, grande parte das Beiras, Ribatejo e Alentejo, a região metropolitana de Lisboa, a Península de Setúbal e o Algarve.

Qual é a época de risco?
A época de maior risco de infecção está directamente relacionada com a época do insecto transmissor - o flebótomo. A época dos flebótomos começa com o início do calor, normalmente em Maio e estende-se até Setembro. Em anos mais quentes pode iniciar-se em Março e terminar em Novembro. Durante o Inverno, os flebótomos permanecem no estado larvar.

O meu cão pode morrer de leishmaniose?
A leishmaniose canina é uma doença que causa invariavelmente a morte aos cães que desenvolvem a doença e que não são tratados e vigiados.

Perguntas sobre a Leishmania

12.5.12
Qual é o ciclo de vida do parasita?

No cão, a Leishmania vive no interior de um tipo especial de células de defesa - os macrófagos, que se encontram nos vários tecidos do organismo.

Quando um flebótomo fêmea pica um cão infectado, recebe as leishmanias através do sangue ingerido. Dentro do estômago do insecto, os parasitas multiplicam-se. Quando o flebótomo fêmea volta a picar num cão, inocula as leishmanias no novo hospedeiro. Os flebótomos picam os cães preferencialmente na cabeça (nariz e orelhas). As leishmanias infectam os macrófagos do cão e iniciam o processo de multiplicação, permitindo o desenvolvimento da doença, caso o cão não desenvolva atempadamente uma resposta imunitária neutralizante.

Flebótomos

11.5.12
A leishmaniose transmite-se de cão a cão através da picada de um mosquito chamado flebótomo.

Os flebótomos são insectos de pequeno tamanho que não emitem um zumbido. A cor varia desde amarelo claro a castanho escuro. Quando se dispõem a picar, saltam com as asas levantadas sobre o corpo do animal. Quando um flebótomo pica um cão infectado com leishmaniose, recolhe os parasitas através do sangue. Os parasitas são ingeridos e atingem o estômago do mosquito, que constitui um lugar ideal de multiplicação. No momento em que o mosquito pica outro cão, os parasitas são transmitidos para o novo hospedeiro disseminando a doença.

Embora os flebótomos infectados possam transmitir a doença aos humanos, trata-se de um risco mínimo e nos humanos, a Leishmaniose cura-se mais facilmente do que nos cães.

Fonte: Scalibor

A leishmaniose

10.5.12
A leishmaniose é uma doença grave, que pode causar a morte ao cão. É provocada por um protozoário microscópico chamado Leishmania infantum e actualmente não existe nenhuma vacina disponível na Europa.

Para proteger o seu cão, procure que se mantenha dentro de casa desde o entardecer até ao amanhecer durante os meses de Março a Novembro.

Se acha que o seu cão pode estar infectado, tente verificar a presença de sinais clínicos típicos e leve-o o quanto antes a um Centro de Atendimento Médico-Veterinário para que o examinem minuciosamente e façam os exames necessários, pois quanto mais cedo for diagnosticada a doença, mais eficaz será o tratamento.

A leishmaniose canina ocorre sobretudo na América Latina e nos países mediterrâneos, incluindo Portugal, Espanha, França, Itália, Malta, Grécia, Turquia, Israel, Egipto, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos.

No princípio a doença manifesta-se com perda de pêlo, sobretudo à volta dos olhos, boca e nariz. Ao evoluir, as lesões cutâneas - perda de pêlo, acompanhada de dermatite ulcerativa - estendem-se a toda a superfície corporal. As lesões cutâneas são acompanhadas de perda de peso corporal.

Embora a leishmaniose tenha tratamento este não impedirá que o cão sofra uma recaída posterior.


Fonte: Scalibor