Top Social

Image Slider

Mostrar mensagens com a etiqueta parasitas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta parasitas. Mostrar todas as mensagens

Passatempo Amar é proteger!

7.5.13

Passatempo Amar é proteger| O Mundo do Lucas vai oferecer 1 coleira Scalibor, para que possa proteger o seu animal de estimação. Prevenir é o melhor remédio: proteja o seu cão com Scalibor® ProtectorBand.
A Scalibor® ProtectorBand é uma coleira com uma tecnologia inovadora e uma eficácia comprovada contra o mosquito transmissor da Leishmaniose.

Para participar, têm de cumprir obrigatoriamente as seguintes regras:

- Fazer "Gosto" na página O Mundo do Lucas - https://www.facebook.com/OMundoDoLucasblog
- Comentar a publicação do passatempo com o nome de 3 amigos para que também eles fiquem a conhecer o passatempo
- Partilhar PUBLICAMENTE a publicação do passatempo
- Preencher todos os campos deste formulário http://goo.gl/1tzdk

O Sorteio termina às 23h59 do dia 21 de Maio! O resultado é revelado durante o dia 22, na página O Mundo do Lucas!

Só é válida UMA participação por pessoa e se cumprir TODOS os requisitos. 
O vencedor será sorteado aleatoriamente pelo sitewww.random.org
(a cada participante será atribuído um número por ordem de participação que inicia no 2, o 1 não é atribuído a ninguém por definição da template do formulário)

Obrigada e BOA SORTE! ❤

Como e quando limpar a cama do seu cão

11.6.12
Pinned Image
Fonte: Pinterest
Higiene| Após um fim-de-semana prolongado com um tempo incerto, ora chovia, ora raiava o sol. Tivemos tempo para passear o meu filhote godinho, estudar muito enquanto ele fazia as suas sestas, programar artigos para a semana, e para a limpeza semanal de algumas coisinhas do Sr. Lucas.

A cama é lavada com as mantas em temperaturas frias com 1/3 de detergente em pó, 1/3 de amaciador e 1/3 de vinagre de maçã. Ficam a secar na sombra. Quando seca, a cama é borrifada com BioKill Antiparasitário de Uso Veterinário. Fica a arejar por umas horas e depois colocada ao dispor do Lucas.
Na escolha de uma cama deve privilegiar as camas com fecho zíper ou com tecidos impermeáveis.

Cuidados Mensais e Semanais

Use mensalmente, na cama e no lugar em redor, um produto antiparasitário, preferencialmente em spray dado a facilidade de aplicação.
Uma vez por semana lave a cama para que não acumule pêlos e eventuais parasitas. Lembre-se que o animal deve ser limpo, escovado e estar prevenido contra pulgas e carrapatos. 

Perguntas sobre a prevenção da Leishmaniose

17.5.12
Posso vacinar o meu cão contra a Leishmaniose?
Não. Infelizmente não estão disponíveis vacinas para cães que protejam contra a Leishmaniose.

Para quando poderemos esperar uma vacina comercial?
Existem vários grupos de investigadores a trabalharem no desenvolvimento de uma vacina. Até hoje não se conseguiu desenvolver uma vacina suficientemente eficaz. Os investigadores crêem que ainda teremos de esperar alguns anos até que exista uma vacina comercial na Europa.

Existem outros produtos que possam proteger o meu cão?
Enquanto não se desenvolve uma vacina, a única forma de prevenir a doença é através da prevenção da picada do insecto transmissor da Leishmaniose. Há produtos em pipetas disponíveis que garantem uma certa protecção contra a picada do flebótomo. A melhor opção é a utilização de coleiras impregnadas de deltametrina, tal como é recomendado pela Organização Mundial de Saúde. A Scalibor® Protector Band é a única coleira impregnada de deltametrina actualmente disponível. A Scalibor® Protector Band demonstrou conseguir prevenir 95% das picadas dos flebótomos transmissores da Leishmaniose Canina durante mais de 6 meses.

Como é que este produtos protegem o meu cão?
O modo de acção deste tipo de produtos baseia-se principalmente no efeito repelente do flebótomo, evitando que este pique o cão. Um flebótomo que não pica não transmite a Leishmaniose.

Que provas existem que demonstram que estes produtos têm uma boa eficácia?
Dos produtos disponíveis no mercado, somente se dispõem de boas evidências da Scalibor®Protector Band. Têm sido publicados vários artigos científicos referentes a estudos realizados em países como a França, Espanha, Itália, Irão e Brazil, nos quais foram avaliados milhares de cães e que demonstram que, actualmente, a Scalibor® Protector Band é o melhor produto disponível para evitar a picada do flebótomo transmissor da Leishmaniose Canina.

Consigo proteger o meu cão de 100% das picadas do flebótomo?
Nenhum produto pode oferecer uma protecção de 100%. O melhor que se conseguiu atingir foi uma protecção contra 95% das picadas dos flebótomos transmissores da Leishmaniose Canina durante mais de 6 meses, com a Scalibor® Protector Band.

O que é que os cientistas opinam sobre os produtos disponíveis comercialmente?
Vários cientistas têm reconhecido a eficácia das coleiras impregnadas de deltametrina. Prova disso é o facto da Organização Mundial de Saúde ter recomendado, num relatório sobre doenças transmitidas por vectores, que os “donos devem ser encorajados a colocarem nos seus cães” este tipo de coleiras.
Uma revisão, publicada recentemente, dos vários artigos científicos publicados nos últimos anos também refere que existem boas evidências para a recomendação da utilização em cães das coleiras impregnadas de deltamtrina.

Que mais posso fazer para prevenir a picada do flebótomo?
Mantenha o seu cão dentro de casa desde o entardecer até ao amanhecer, entre Março e Novembro.

Perguntas sobre o tratamento da Leishmaniose

16.5.12
O tratamento pode curar o meu cão?
Não. O tratamento não permite uma cura completa. Geralmente consegue-se a remissão dos sinais clínicos, no entanto, o animal pode ficar portador do parasita, podendo vir a ter recaídas passados meses ou anos. O tratamento será tanto mais fácil e de menor duração quanto mais cedo for diagnosticada a doença e iniciada a terapêutica. Consequentemente, o diagnóstico precoce é de extrema importância.

Qual é a possibilidade de ocorrer uma recaída?
É muito variável e difícil de quantificar. Dependerá do estilo de vida do seu cão, de possíveis reinfecções, da assistência médico-veterinária que lhe consiga disponibilizar, etc.

Que devo fazer se os sinais voltarem a aparecer?
Contacte imediatamente o médico-veterinário do seu cão para que este possa reiniciar o tratamento.

Posso contrair a doença se for picado por um flebótomo infectado?
É praticamente impossível que uma pessoa saudável venha a desenvolver sinais de Leishmaniose. No Homem, a resposta imunitária contra a leishmania é muito mais eficaz do que no cão, sendo capaz de impedir a expressão da doença na grande maioria dos casos. Numa zona endémica, uma elevada percentagem de pessoas já contactou com o parasita alguma vez, mas, no entanto, o número de casos clínicos é quase nulo. Mesmo que haja desenvolvimento de sintomas, o tratamento, numa pessoa sem qualquer outro comprometimento, tem uma elevada taxa de sucesso.

Perguntas sobre o diagnóstico da Leishmaniose

15.5.12
O que devo fazer se achar que o meu cão tem Leishmaniose?
Deve levar o seu cão ao Centro de Atendimento Médico-Veterinário o mais cedo possível. Aí o Médico-Veterinário poderá examiná-lo clinicamente e propor-lhe a realização de um ou mais exames complementares de diagnóstico para confirmar a presença ou ausência da doença.

Qual é o período de incubação da doença?
O período de incubação é muito variável, podendo ser de poucos meses ou anos. O valor médio poderá aproximar-se dos 3 a 18 meses.
Alguns cães são resistentes e, embora possam sofrer picadas de flebótomos infectados, nunca mostrarão sinais de doença, desde que se mantenham correctamente alimentados e não sejam submetidos a situações de stress variado. Pensa-se que esta resistência poderá ser determinada geneticamente.

Que métodos de diagnóstico existem?
Basicamente, utilizam-se técnicas que nos permitam detectar o parasita (parasitológicas) ou a presença de uma resposta imunológica do cão àquele. Quando se suspeita que um cão está a desenvolver leismaniose podem utilizar-se várias técnicas simultaneamente a fim de assegurar o diagnóstico.
Em zonas endémicas de leishmaniose canina, os donos devem submeter rotineiramente os seus cães a exames para determinar se estão ou não infectados de forma a se conseguir um diagnóstico precoce. Uma boa altura para o fazer é durante a consulta anual de revacinação.

Perguntas sobre a via de transmissão da Leishmaniose

14.5.12
Como se transmite a leishmaniose?
A Leishmaniose transmite-se através do insecto chamado flebótomo, de reduzidas dimensões.

Todos os flebótomos transmitem a leishmaniose?
A Leishmaniose transmite-se através do insecto chamado flebótomo, de reduzidas dimensões.

Por que é que só os flebótomos fêmeas transmitem a leishmaniose?
Ambos os sexos se alimentam do néctar das plantas, mas somente as fêmeas se alimentam do sangue dos mamíferos. A fêmea necessita do sangue para a postura dos ovos. Passada cerca de uma semana da alimentação de sangue, a fêmea põe aproximadamente 100 ovos no solo ou locais húmidos e ricos em matéria orgânica.

Quantas vezes tem um flebótomo fêmea de picar para poder transmitir a Leishmaniose?
Para transmitir a leishmaniose, um flebótomo fêmea tem que picar um cão infectado e posteriormente tem de picar um cão saudável. Quando o flebótomo fêmea pica um outro cão, inocula as leishmanias no cão saudável, infectando-o.

Como posso reconhecer um flebótomo?
Os flebótomos são insectos de pequeno tamanho, com pilosidades e duas asas (2,5 a 3 mm de largura) que, ao contrário dos mosquitos, não emitem um zunido quando voam. A cor varia entre o amarelo claro e o castanho escuro.

Qual é o seu habitat?
Os flebótomos dificilmente se vêem durante o dia porque geralmente permanecem ocultos em lugares escuros e húmidos, como fendas e gretas em muros, etc. Embora também se chame mosca da areia ao flebótomo, este não vive nas praias. Muito pelo contrário. Este nome deve-se ao facto da sua cor poder parecer a da areia (amarelo claro). Prefere áreas rurais ou lugares nas cidades com árvores e arbustos, como jardins e parques.

Qual é o ciclo de vida do flebótomo?
As larvas eclodem dos ovos uma semana após a postura. As larvas passam por quatro estadios antes que a pupa se forme. As pupas transformam-se em adultos passados cerca de 10 dias. O ciclo completo desde o ovo até à forma adulta dura aproximadamente 2 meses.

Em que momento do dia pico o flebótomo?
O período de actividade dos flebótomos começa ao entardecer e continua até ao amanhecer. Os flebótomos da área mediterrânea preferem noites amenas (não menos do que 16ºC) e não podem voar com ventos fortes. Não obstante, podem percorrer distâncias de até 2km.

Quantas vezes uma fêmeas precisa de picar?
Uma fêmea pica normalmente 3-4 vezes antes de morrer. Uma fêmea infectada pode contagiar entre 2 a 3 cães.

O flebótomo também pode entrar no interior das casas?
Maioritariamente picam no exterior, no entanto, também se vêem frequentemente no interior das habitações. São atraídos pelo odor dos animais e pessoas.

Fonte: Scalibor

Perguntas sobre a Leishmaniose Canina

13.5.12
O que é a Leishmaniose Canina?
Trata-se de uma doença parasitária grave do cão, causada por um protozoário (parasita microscópico), denominado Leishmania, transmitido por um flebótomo - insecto relativamente parecido com um mosquito, mas mais pequeno. A Leishmaniose é uma zoonose, ou seja, pode transmitir-se ao Homem. Em Portugal, a transmissão ao Homem é rara e considerada acidental.

Quais são os sinais clínicos mais comuns?
O primeiro sinal clínico mais habitual é a perda de pêlo, sobretudo em redor dos olhos, nariz, boca e orelhas. À medida que a doença progride, o cão perde peso. É habitual o desenvolvimento de uma dermatite ulcerativa que se pode dissemniar por toda a superfície corporal do cão. São também habituais feridas da pele, na cabeça e membros, principalmente nas áreas que contactam com o chão quando o cão está sentado ou deitado. Numa fase mais avançada, começam a observar-se sinais relacionados com a insuficiência renal crónica, que entretanto se desenvolve.

Onde é que ocorre a leishmaniose canina no mundo?
A leishmaniose canina ocorre principalmente na América Latina e nos países mediterrâneos incluindo Portugal, Espanha, França, Itália, Malta, Grécia, Turquia, Israel, Egipto, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos.

Onde é que ocorre a leishmaniose canina em Portugal?
Grande parte de Portugal Continental é endémico, ou seja, a doença prevalece com índices significativos. As regiões mais importantes são Trás-os-Montes e Alto Douro, grande parte das Beiras, Ribatejo e Alentejo, a região metropolitana de Lisboa, a Península de Setúbal e o Algarve.

Qual é a época de risco?
A época de maior risco de infecção está directamente relacionada com a época do insecto transmissor - o flebótomo. A época dos flebótomos começa com o início do calor, normalmente em Maio e estende-se até Setembro. Em anos mais quentes pode iniciar-se em Março e terminar em Novembro. Durante o Inverno, os flebótomos permanecem no estado larvar.

O meu cão pode morrer de leishmaniose?
A leishmaniose canina é uma doença que causa invariavelmente a morte aos cães que desenvolvem a doença e que não são tratados e vigiados.

Perguntas sobre a Leishmania

12.5.12
Qual é o ciclo de vida do parasita?

No cão, a Leishmania vive no interior de um tipo especial de células de defesa - os macrófagos, que se encontram nos vários tecidos do organismo.

Quando um flebótomo fêmea pica um cão infectado, recebe as leishmanias através do sangue ingerido. Dentro do estômago do insecto, os parasitas multiplicam-se. Quando o flebótomo fêmea volta a picar num cão, inocula as leishmanias no novo hospedeiro. Os flebótomos picam os cães preferencialmente na cabeça (nariz e orelhas). As leishmanias infectam os macrófagos do cão e iniciam o processo de multiplicação, permitindo o desenvolvimento da doença, caso o cão não desenvolva atempadamente uma resposta imunitária neutralizante.

Flebótomos

11.5.12
A leishmaniose transmite-se de cão a cão através da picada de um mosquito chamado flebótomo.

Os flebótomos são insectos de pequeno tamanho que não emitem um zumbido. A cor varia desde amarelo claro a castanho escuro. Quando se dispõem a picar, saltam com as asas levantadas sobre o corpo do animal. Quando um flebótomo pica um cão infectado com leishmaniose, recolhe os parasitas através do sangue. Os parasitas são ingeridos e atingem o estômago do mosquito, que constitui um lugar ideal de multiplicação. No momento em que o mosquito pica outro cão, os parasitas são transmitidos para o novo hospedeiro disseminando a doença.

Embora os flebótomos infectados possam transmitir a doença aos humanos, trata-se de um risco mínimo e nos humanos, a Leishmaniose cura-se mais facilmente do que nos cães.

Fonte: Scalibor

Dirofilariose canina

9.5.12

A Dirofilariose, ou o parasita do coração, é uma doença parasitária dos cães, podendo também afectar os gatos. O parasita responsável da dirofilariose é um nemátodo chamado Dirofilaria imitis. É um determinado tipo de mosquitos que transmite ao cão as formas larvares do parasita. Estas migram através da pele e da musculatura, penetram nos vasos sanguíneos e finalmente alojam-se no ventrículo direito, na artéria pulmonar e na veia cava. Dependendo do grau de infestação, os parasitas poderão provocar uma redução considerável da função cardíaca, dificuldades respiratórias e uma tosse crónica.

Onde ocorre a dirofilariose?
A prevalência da dirofilariose depende da distribuição dos mosquitos transmissores. De uma maneira geral, a Bacia Mediterrânica é consideravelmente afectada. Em Portugal, as regiões do Ribatejo, do Alentejo, do Algarve e a ilha da Madeira são as regiões mais afectadas, respectivamente com 16,7%, 16,5%, 12% e 30% dos cães positivos.

Como se transmite a Dirofilariose?
Culex pipiens
A transmissão do parasita do coração faz-se através da picada dos mosquitos fêmeas de uma espécie bem definida (principalmente o Culex pipiens). Os mosquitos ingerem as microfilárias (formas larvares imaturas do parasita) ao mesmo tempo que ingerem o sangue do cão. Os cães doentes são o principal reservatório da dirofilariose e permitem a perpetuação da doença. Após cerca de 10 a 15 dias da ingestão das microfilárias pelo mosquito, as microfilárias transformam-se em larvas infectantes, dentro do mosquito. Quando o mosquito picar outro cão, as larvas penetram no corpo do animal. Após a transmissão das larvas de dirofilária ao cão, estas migram até às artérias pulmonares e até ao coração, onde se desenvolverão até ao estado adulto, demorando este processo até cerca de 6 meses.

Quais são os sinais clínicos mais frequentes?
Os sinais clínicos da dirofilariose, consequência das lesões causadas pelo parasita ao nível do coração e dos vasos sanguíneos adjacentes, aparecem vários meses após o cão ter sido picado. As dirofilárias adultas podem medir entre 15 a 35 cm e vivem, principalmente, dentro das artérias pulmonares e do coração do cão. Numa fase precoce da doença, o cão demonstra poucos sinais clínicos. Estes vão evoluindo com o tempo, sendo os principais: a tosse crónica, a diminuição da tolerância ao exercício e a perda de peso. Posteriormente aparecerão a dispneia (dificuldade em respirar), a febre, podendo desenvolver-se também ascite (líquido na cavidade abdominal). A morte dos parasitas pode levar à ocorrência de tromboses em vários órgãos. Na ausência de tratamento, a dirofilariose pode ser fatal.

Como se pode diagnosticar a dirofilariose?
Microfilária em esfregaço sanguíneo
O diagnóstico pode ser feito de várias formas. Uma é através de um esfregaço de sangue, observado ao microscópio, para tentar detectar a presença de microfilárias. Outra forma, é através da recolha de uma amostra de sangue para detectar a presença de antigénios de parasitas adultos. Este teste só deve ser efectuado cerca de 6 a 7 meses após a infecção.

Como se pode tratar a dirofilariose?
A dirofilariose tem tratamento. Os métodos de tratamento existentes actualmente são prolongados e implicam um acompanhamento frequente e regular por parte do médico-veterinário. São geralmente compostos de injecções e medicações orais.
O tratamento não é livre de efeitos secundários. Estes serão mais frequentes e severos quanto maior for a infestação. Os efeitos secundários estão muitas vezes associados com os próprios medicamentos e/ou com a morte dos parasitas adultos, que pode levar à formação de tromboses.

Como se pode prevenir a dirofilariose?
A prevenção pode ser feita com comprimidos mensais ou com injecções, que devem ser iniciados com alguma antecedência em relação ao início da época anual de actividade dos mosquitos transmissores da dirofilariose. Estes tratamentos têm como objectivo a eliminação das formas larvares da Dirofilaria transmitidas pelos mosquitos, evitando que estas evoluam para parasitas adultos. Ou seja, estes tratamentos profilácticos não evitam que os mosquitos piquem nos cães.

Fonte: Scalibor

As pulgas

8.5.12
SAÚDE| A propósito das pulgas, isto deve ser conhecimento do senso comum sem menosprezar quem possa não saber o que são aqueles pequenos sugadores saltitantes. Ora bem, têm três pares de patas e ao invés da carraça, a pulga é saltitona.

Um cão pode receber pulgas através do contacto directo com outro animal infestado ou quando permanece em locais onde estiveram animais com pulgas. Grande parte do ciclo de vida da pulga desenvolve-se no solo, no chão, em mantas, alcatifas, sofás, etc. Consequentemente, a higiene numa casa com cães deve ser pormenorizada. Embora a maior incidência seja durante os meses da Primavera e Verão, devemos ter em conta que os sistemas de aquecimento e as alcatifas garantem condições favoráveis ao desenrolar do ciclo de vida da pulga. Consequentemente, a prevenção deve ser feita durante todo o ano.

A pulga não gosta de comida que não tenha o melhor do mundo, por isso mesmo dedica-se inteiramente ao sangue que sugam através da pele do animal. As zonas mais propicias e com melhor clima para habitarem são nas regiões do lombo, dorso, abdómen e do períneo. Nos cachorros podem encontrar-se também no pescoço e cabeça.

Existem cerca de 2000 espécies diferentes, sendo que a Ctenocephalides felis felis é a mais comum, tanto em gatos como em cerca de 90% dos cães.

O que é que elas podem provocar?
  • Podem causar prurido e dermatite, como reacção alérgica do cão à saliva das pulgas.
  • Quando a infestação é muito grande, pode provocar anemia e morte dos animais jovens.
  • São transmissores de outros parasitas, como o Dipylidium caninum - este parasita causa uma zoonose.
Como ver se o meu cão tem pulgas?
Ao observar meticulosamente a pelagem do cão, poderemos vê-las a refugiarem-se. Também se podem observar os excrementos das pulgas na pelagem que parecem pequenos pontos negros.
Se o cão desenvolver uma alergia à picada da pulga, vai apresentar prurido intenso e mostrar-se inquieto e mais tarde poderão aparecer as lesões cutâneas (principalmente na região do dorso, junto à base da cauda), como a perda de pêlo e escoriações, causadas pelo autotraumatismo.


Não se esqueça de prevenir qualquer visita destas senhoras.

Carraças - E se o cão já estiver infectado?

7.5.12
Saúde| Em primeiro lugar, está contra-indicado arrancar a carraça, pois ao fazê-lo estaremos somente a eliminar o corpo da carraça, visto que a parte da boca manter-se-á agarrada à pele do cão, podendo causar reacções locais com a formação de granulomas.

O ideal é aplicar umas gotas de vaselina ou parafina líquida em volta da carraça, massajar suavemente com a ajuda de um pinça até que fique mais solta e depois removê-la com cuidado, fazendo movimentos circulares, como que a desaparafusar um parafuso. Peça ajuda ao médico-veterinário do seu cão antes de tentar aplicar esta técnica. Após remover a carraça, devemos mergulhá-la em álcool, para que se consiga eliminar também os ovos. É importante lavar bem as mãos após a remoção e manipulação das carraças. Também existem instrumentos especiais para a extracção do parasita, como pinças de carraças, que se podem adquirir em lojas especializadas.

Concluindo, as carraças são agentes de doença e causadores de enormes prejuízos ao nível das explorações pecuárias e de Saúde Pública. Apesar de ser impossível erradicar as carraças, podemos tomar medidas de controlo e de luta contra as carraças que impeçam a disseminação de pragas e o estabelecimento de novos focos de doença.

A Carraça

6.5.12
SAÚDE| Nos dias que corremos desparasitar interna e externamente é fundamental para a saúde do nosso animal. A Desparasitação Externa deve ser feita com a devida regularidade, por exemplo, 1 vez por mês, no caso das pipetas (no caso do Advantix), ou 4 meses no caso da coleira Scalibor. Existem imensos seres minúsculos que podem picar os nossos cães. Alguns podem transmitir doenças bastantes mais graves. Falaremos detalhadamente em breves artigos dos seguintes insectos: carraças (aqui e aqui), pulgas, mosquitos - nomeadamente o transmissor da dirofilariose (Culex pipiens pipiens) e flebótomos. 

A carraça é um parasita externo que se alimenta do sangue do hospedeiro - aves, mamíferos e alguns repteis. Sabia que algumas carraças escondem-se nas árvores e caem no hospedeiro quando este passa? Além de caírem das árvores para o corpo dos hospedeiros, ainda se podem esconder em áreas com erva alta e aguardarem pela passagem de um possível hospedeiro.

Saltar? Voar? Nada disso, a carraça não consegue tal proeza, apenas se prende ao hospedeiro através do contacto físico. A carraça, com o seu ar matreiro, apercebe-se da passagem da próxima "vítima" e zás, salta-lhe para o corpo e procura um lugar bem aconchegadinho - pescoço ou cabeça. Alimenta-se do sangue do hospedeiro, e assim que se sacia desprende-se voluntariamente e cai no solo para continuar a sua vidinha.

Perguntam-me agora: Então e lesões dessa sugadora descarada, não existem??
Existem, meus amigos! A carraça pode provocar doenças ou lesões, passamos a citar:
  • Lesões pela acção das suas peças bucais na pele.
  • Efeitos tóxicos, pois a saliva da carraça contém neurotoxinas que podem causar paralisia.
  • A ingestão de grandes quantidades de sangue pode levar à anemia e a um estado de debilitação.
  • Transmissão de outras doenças causadas por protozoários, bactérias e vírus. 
Cada espécie de carraça pode transmitir uma ou várias doenças entre as quais destacamos:
  • Babesiose: Doença causada pela Babesia canis e B. gibsoni, caracterizada por febre, anorexia e anemia. É fatal se o cão não for tratado a tempo.
  • Borreliose ou Doença de Lyme: é das zoonoses transmitidas por carraças mais importantes. Causada pela bactéria Borrelia burgdorferi que produz quadros de febre, anorexia, poliartrite, miopatias e adenopatias.
  • Ehrlichiose: Doença causada pela bactéria Ehrlichia canis que causa febre, problemas respiratórios, edema e vómitos, na fase aguda.
A temperatura, a humidade, horas e intensidade da luz são as condições essenciais à sobrevivência da espécie. Assim que as horas de luz e temperatura aumentam, aumenta a actividade das carraças.

O esquema que se segue explica a essência o ciclo do desenvolvimento da carraça.