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Páscoa com chocolate próprio para cães

7.4.12
Em tempo de Páscoa, as amêndoas e os chocolates pairam no ar. É difícil resistir a tamanha tentação. É exactamente nesta época festiva que as entradas nas clínicas veterinárias aumentam efusivamente. Porquê? Os donos desinformados fornecem as delícias pascais, nomeadamente chocolate.
Mini-Schoko - chocolate próprio para cães

A maioria dos humanos gosta de chocolate e a maioria dos cães também, todavia este doce não deve ser administrado aos nossos animais por conter um alcalóide chamado teobromina. Não é necessário que haja ingestão de elevada quantidade do chocolate para que haja intoxicação.

A quantidade de teobromina varia consoante o tipo de chocolate, por exemplo o chocolate de culinária e o chocolate amargo contém entre 15-20 mg/grama, já o chocolate de leite contém 1,5mg/grama. Nesta linha de pensamento, um cão do tamanho de um labrador poderia morrer se ingerisse 200 gramas de chocolate de culinária, ou ainda um pinscher pequeno que pese entre 2 a 4 kilos ao comer uma quantidade por mais pequena que seja de chocolate para evidenciaria sintomas de envenenamento.Contudo, é de referir que o chocolate branco é menos tóxico.

Os sintomas de envenenamento, não sendo cumulativos e até muitas vezes nem sendo aparentes, são habituais a excitação e nervosismo, vómitos e diarreia, consumo anormal de água e espasmo.

Para evitar que o nosso sugador de comida nos surripie comida ou que a pedinche a estranhos capazes de cederem, compramos um chocolate especial para cães - Mini-Schoko . A Trixie desenvolveu um chocolate para os cães mais gulosos e ainda que seja uma guloseima contribui para um pêlo mais brilhante através de vitaminas. Com sabor a baunilha e sem nutrientes passíveis de causarem intoxicação.


PET BOOKS - Livros sobre cães

6.4.12
Faithful Friends

PET BOOK| Quando famílias de judeus foram arrancadas da vida pacata que levavam na Hungria, Polónia, Bélgica, Holanda, Roménia, França e Jugoslávia para irem para os guetos e campos de concentração nazis, os seus animais de estimação ficaram ao abandono. 
Capta o lado humano e animal dos horrores que tomou conta das vítimas do holocausto: os que sofreram na pele e os que foram deixados na solidão.
Está disponível no Amazon em versão livro e versão kindle.
Aconselho vivamente a leitura deste livro "Faithful Friends" e se no final sentir o mesmo que eu senti, vai ter muita vontade de abraçar o seu cão/gato.
Rachel, uma relações públicas de 39 anos que acaba de perder o namorado e o emprego, só anseia por estar sozinha e reunir os cacos da sua vida. Mas quando julgava que as coisas não podíam piorar, vê-se a braços com uma herança deixada pela sua única tia, Dot: nada mais nada menos do que um hotel para animais e um canil. Logo ela, que nunca teve, nem nunca desejou ter um cão, vê-se agora a braços com 10. Rachel, habituada a viver em Londres, vê-se obrigada a mudar-se para um pequena cidade de província onde tudo é diferente e os seus fatos chiques e caros não combinam com pêlos e lambidelas de cães. "Corações sem dono", como a autora escreve no início, é "para todos os voluntários que tanto se esforçam para que os cães perdidos e abandonados de todo o mundo tenham direito a uma segunda oportunidade". Tal como Rachel.

Uma emocionante história de um cachorro abandonado nos escombros da guerra no Iraque que acabou por ser resgatado pelo tenente-coronel Jay Kopelman. "De Bagdade, com amor..." começa com o relato de uma busca a uma casa abandonada na zona de Fallujah por parte dos Lava Dogs (nome pelo qual é conhecido o Primeiro Batalhão do Terceiro Regimento de Fuzileiros Navais dos EUA). Durante a operação, os militares ouvem aquilo que parece ser um engenho explosivo. Mas, afinal, mais não era do que o barulho provocado por um cachorro pequeno e frágil, esfomeado e cheio de pulgas, que estava a chamar-lhes a atenção. A partir daí, a vida de Lava (como foi apelidado) e daqueles militares nunca mais foi a mesma.





DIVÓRCIO - Separação de casais: com quem fica o animal?

5.4.12
Um divórcio é um processo complicado, não só para o casal ,mas para os que os rodeiam - filhos e animais. O processo exige muito a nível emocional e a nível temporal. O stress dos donos passa para os seus animais - seja cão, seja gato. Discussões podem levar o seu cão a ficar nervoso e exteriorizando isso de variadas formas: ladrarem, destruírem mobília, começarem a demarcar a casa.  Não negligencie o comportamento do seu cão, se ignorar existe probabilidade de tal se agravar.
E se tornar o seu cão um aliado neste processo doloroso? Quando a discussão aquecer, saia para passear o seu cão. Quando se fechar no quarto, leve o seu cão e faça dele o seu ombro amigo. Ao apoiar-se nele está a inclui-lo e a prevenir problemas comportamentais
Quando há lugar a uma separação o património comum tem de ser partilhado. Considera-se, para este efeito, que o cão é considerado um bem "que pertence a quem o adquiriu ou a quem foi doado". Parte-se do entendimento comum,  que os cônjuges querem o melhor para o animal. Se o animal foi ofertado, não veja isso como uma recordação da pessoa com quem quer terminar o vínculo matrimonial, veja o animal com toda a sua dignidade e identidade.
Se nenhuma das partes se dignar a ficar com o animal, encontre um lar, onde ele se sinta bem e amado, ao invés de o abandonar. 
Se por ventura existem filhos, o ideal é manter o animal junto da criança. Este pode ser o poro-seguro da criança e neste processo é dever dos pais tentar minimizar os danos colaterais.
Se não existem crianças e ambos os cônjuges querem ficar com o animal, o cão deve ser atribuído ao "alpha" da família para evitar o aparecimento de problemas comportamentais.
No caso de haver mais que um cão, o ideal é mante-los todos juntos para, mais uma vez, evitar o aparecimento de problemas comportamentais.
Dividir a "guarda" do cão isto pode resultar, mas o relacionamento entre as duas partes tem de ser muito bom para que possa haver uma rotina ,e por conseguinte o cão habituar-se; e, não aumentar o stress com discussões que irão certamente afectar o animal.

Se mudar de casa e levar o animal consigo, leve todos os bens dele para que ele se sinta em família e seguro. Pense sempre no bem do animal ao invés de ganhar ou derrotar a outra parte.


Latido que incomoda

4.4.12

O que fazer quando o latido do cachorro começa a incomodar? 

Quando um cão late muito alto ou com muita frequência, ele pode tornar-se um problema para os donos e vizinhos dos seus cães. Uma das formas de resolver o problema é identificar o porquê de estar a latir. Como já explicamos aqui, essas podem ser as causas de ele estar a latir.

Latir é normal e natural. Há que ter bom senso para entender quando o cão está a incomodar os que o odeiam. Sempre que o latido se torna incomodativo, diga o mesmo comando de voz. Evite gritar, usar frases longas e diversificar o comando de voz. É preferível dizer SILÊNCIO! do que ESTÁ CALADO. PORTA-TE BEM!. Se o animal responde ao comando de voz e pára de latir, faça-lhe um mimo e, de vez em quando, dê-lhe a guloseima que ele tanto gosta.

Jamais bata no seu animal, seja porque está a latir, seja por qualquer outra razão. Bater no seu cão só o assusta e pode deixá-lo agitado e confuso. Lembre-se que bater pode traumatizar o seu animal e deteriorar a relação que vocês têm.

Uma das soluções pode passar por adestrar o seu cão com um profissional qualificado.

Actualmente, existem várias coleiras anti-latidos estão à venda em qualquer superfície comercial. Entenda que estas coleiras por si só não resolvem a causa do latido. Por exemplo, se o seu cão quer mimo e você ao invés de lhe dar mimo lhe coloca a coleira, não pode esperar que o problema se resolva. Contudo, a coleira apresenta resultados em casos em que esta é acompanhada de um programa amplo de adestramento.

E se lhe dissesse que existe uma cirurgia que reduz o latido? Estaria disposto a submeter o seu cão a uma intervenção destas? Expomos a nossa posição face a esta solução, não admitimos esse tipo de ataque agressivo e exagerado ao direito do próprio animal. Existe quem defenda que esta é uma solução a considerar. Esta cirurgia não resolve por si só o problema. Pense da seguinte forma: se o seu filho fala muito, você fará uma cirurgia para que ele fale menos? 

Latidos - entenda o seu cão

3.4.12
Ter um cão sempre a latir pode ser um verdadeiro incómodo, mas e se lhe disser que o seu cão está a transmitir-lhe o que pensa e o que sente, será ainda assim um incómodo? 

"Se você gravasse tudo o que seu cão 'dissesse', perceberia que cada latido soa diferente e que há mudanças, às vezes subtis, correspondentes na postura", diz o psicólogo e escritor americano Stanley Coren.  


Existem várias perguntas às quais tentaremos responder, entre elas estão: Porquê que os cães latem? O latido do cão é uma língua dos cães? O que me quer transmitir? Quantos tipos diferentes de latido existem? O que fazer quando o latido já incomoda?

Porquê que os cães latem?

Existem várias razões para o seu cão latir. Afinal latir é uma forma de comunicação do seu cão. Quando ele late pode ser por uma das razões seguintes:

  • O cão está ansioso: quando o cão fica ansioso, sente-se sozinho ou abandonado ele pode começar a latir.
  • Quando você vai embora seu cão pode latir por causa da separação.
  • O cão quer emitir um alerta ou aviso pois ouviu, viu ou farejou algo suspeito.
  • Ele viu outro cão ou ouviu outro cão latindo e quer interagir com ele.
  • cão quer brincar consigo.
  • cão assustou-se com algo.
  • Ele quer chamar a atenção.

O latido do cão é uma língua dos cães?

Sabe-se que o latido de cão é utilizado para que um cão possa se comunicar com outros. O latido é utilizado para alertar outros cães sobre perigo ou para interagir com outros cães de alguma forma. O latido talvez não seja uma língua tão complicada como a dos seres humanos, mas sem dúvida é uma forma de expressão que serve para passar mensagens simples. É comum que donos e pessoas que convivem muito com cães consigam diferenciar levemente seu latido para diferentes situações e demandas do cão.

O que me quer transmitir? 

É pouco provável que você vá entender exactamente o que o latido do seu cão quer dizer. Porém, é possível perceber alguns padrões no latido. Perceba se o latido é hostil ou amigável. Você pode identificar se se trata de um latido de dor, geralmente agudo, conhecido como “choro de cachorro”.
Você também pode ver se o latido é um latido longo e contínuo, muitas vezes utilizado para se comunicar com outros cães ou dar alertas que possam ser ouvidos de longas distâncias.
Uma maneira de entender o que o cachorro está dizendo é observar seus movimentos. Os donos geralmente vão se acostumando a identificar alguns movimentos característicos como quando o cachorro quer passear, quando ele está com fome ou sede, quando o cão está carente e quer brincar.

Quantos tipos de latido existem?

Existem vários, mas podemos tentar sectorizar da seguinte forma:
  • Latido excessivo

Quando seu cão late sem parar, ele está prejudicando não apenas a paz de sua família, como também a sua própria saúde. Quanto mais late, mais ansioso e mais estressado o bicho fica. Esse comportamento pode, até mesmo, causar problemas no sistema imunológico do bicho. Por isso, você precisa identificar a causa. Pode ser fome, sede ou medo...

  • Cães latem quando ouvem latidos

Isto é natural. É uma forma de comunicação do bando. Se seu cachorro ouvir o vizinho latindo, vai querer "responder".

  • Latindo de madrugada

Durante a noite o seu animal fica mais atento aos barulhos, pois ele se sente o responsável pela segurança da casa. Assim, qualquer barulhinho, ele mostra que está alerta e late muito. Como controlar? Será preciso acordar diversas vezes ao longo da noite para que você dê uma boa bronca no animal.

  • Latindo para chamar atenção

Você mima muito o seu cão? Então, provavelmente, ele sabe que ao latir ganhará colo, carinho, petiscos e principalmente atenção. Certo? Evite satisfazer todos os desejos e vontade de seu bicho durante os latidos. Assim como as crianças, os animais também precisam de limites.

O que fazer quando o latido já incomoda?

Deixaremos a resposta a esta pergunta para um artigo próprio para o efeito, a publicar brevemente.

Passeio na praia

2.4.12
Como já vos tínhamos falado do Jardim do Passeio Alegre, hoje mostramos como foi divertido passear pela areia das proximidades e pelo jardim. 

Num dos lagos, Lucas posou com toda a elegância que o caracteriza.

Outrora tínhamos experimentado levar o Lucas até á praia, pareceu ter medo da areia, desta feita foi totalmente diferente. Primeiro estranhou, depois entranhou-se e já não queria sair de lá. Correu atrás das gaivotas que por lá se acomodavam, voltava a correr para junto de nós e fazia aterragens de levantar areia. Como eu adoro vê-lo lindo e feliz a fazer o que ele tanto gosta - correr.
Parece um coelhinho


Fica um vídeo deste nosso passeio.




Um fim-de-semana em família

1.4.12
Este fim-de-semana é diferente. Costumo passar os fins-de-semana sem o meu menino e nas margens do Rio Ave, o presente fim-de-semana será passado com o Lucas e trataremos de colocar os passeios, as brincadeiras e os mimos em dia. 


Paisagem sob o Rio Ave
Vamos correr muito, rebolar muito, sujar muito, iremos, inclusivé, até à praia se o R. alinhar. Claro que documentaremos tudinho para depois vos mostrar.

Para já deixamo-vos algumas das brincadeiras (retiradas da Revista Cães&Companhia) que temos tentado ensinar ao menino.

Fazer-se de morto
Este truque é bastante antigo e vai deliciar os teus amigos vezes sem conta!
Passo 1: Utiliza um engodo de comida para fazer o cão deitar-se. À medida que ele se senta , segura a guloseima em frente do focinho e rapidamente desloca-a para baixo, junto ás patas dizendo: ”Deita!”, repete o processo até o cão se deitar com o comando verbal.

Passo 2: A seguir ensina o teu cão a rebolar de costas! Enquanto ele está deitado, segura a guloseima em frente ao focinho dele, na tua mão direita desloca-a numa rotação de 20 cm no sentido dos ponteiros do relógio. Isto vai fazer com que a cabeça e a parte superior do corpo do cão rodem.
Ao mesmo tempo, empurra suavemente a parte de cima da barriga com a mão esquerda. “A maior parte das vezes o cão rebola imediatamente e coloca as patas para cima para tu lhe coçares a barriga”. À medida que o animal rebola diz: “rebola”! repete até que ele se deite depois use apenas a guloseima e o movimento circular.

Passo 3: A última fase é uma lenta transição do movimento circular para um gesto de apontar para o teu cão e diz-lhe: ”Morto!”. Faz isso gradualmente, à medida que tu te posicionas cada vez mais longe dele, repetindo sempre a palavra-chave. Eventualmente o teu cão irá rebolar “morto” sempre que apontares para ele dizendo “morto”.

Apanhar uma guloseima no focinho
Esta habilidade também é muito fácil de aprender
Passo 1: segura o focinho do teu cão por baixo com a mão esquerda e coloca uma guloseima na ponta do nariz dele com a mão direita. Devagarinho, afasta as mãos do cão á medida que lhe dizes: “Toma!
Durante as primeira tentativas, a guloseima decerto irá rebolar pelo nariz por cima da cabeça o cão. Apanha-a antes que caia ao chão e repete o processo.
Eventualmente o teu cão descobrirá  um meio de apanhar a guloseima no ar.

Passo 2: Ensina o teu cão a esperar pelo seu comando verbal antes de apanhar a guloseima depositada na ponta do nariz requer que ele aprenda um contacto de espera e outro de acção. Coloca a tua mão esquerda por debaixo do focinho e a guloseima na ponta do nariz com a mão direita e diz “Espera!” num tom de voz firme e baixo. Lentamente retira a tua mão debaixo do focinho e diz “Toma!” se ele desatar a tentar agarrar a guloseima antes de tu lhe dizeres para o fazer, retira o comando de espera.

Passo 3: Aumenta gradualmente o intervalo entre o comando de espera e o de acção, mantendo um tom firme até tu aprovares.

Dicas para que o treino seja mais fácil:
î       Treinar o teu cão para fazer habilidades requer imenso amor e paciência. Portanto não esperes milagres, aqui ficam algumas dicas:
î       Recompensa com frequência e pratica quando o cão estiver calmo e livre de distracções.
î       Controla o teu animal antes de lhe ensinares habilidades; no mínimo o teu cão deve conhecer comandos básicos tais como “senta” e “fica” (tenta levá-lo para uma escola local de obediência).
î       Embora os cães mais jovens sejam mais fáceis de treinar do que os cães mais velhos, todos são capazes de aprender ao longo das suas vidas.
î       Nunca grites ou utilizes nada que provoque a dor, como coleiras de treino (com dentes de metal ou aplicadoras de choques eléctricos). “O treino deve ser uma experiência unificadora divertida tanto para o dono, como para o cão”, afirma o Dr. Hausen.