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Um cão como presente de Natal?

14.12.12

Após publicar a imagem acima presente na nossa página de Facebook (já nos seguem??), recebi algumas questões de leitores, onde a dúvida era notória. Vamos pegar numa das perguntas. Uma senhora questionou o seguinte “ Então posso ou não dar um cão ao meu filho neste Natal?” e nós respondemos:

Todos temos cães. Todos temos alguém próximo com um cão. Seja o amigo que surpreende a noiva com um Yorkie comprado na loja de animais. Seja o amigo que adopta um cão de rua e mostra aos seus filhos que existe sempre uma luz ao fundo do túnel.

Nós não temos nada contra oferecer um cão no Natal desde que se verifiquem determinadas circunstâncias. Com a proximidade do Natal, faz sentido reflectir e fazer as pessoas que nos envolvem pensarem " Oferecer ou não cães no Natal sem planear ou pensar previamente.

O que vocês acham das fotografias, que circulam pela internet, onde se mostram cachorros com o lacinho no pescoço debaixo da árvore de Natal pronto a ser "desembrulhado"? Maioritariamente, esta é considerada uma imagem fofinha e de uma ternura exemplar. 

Nós não nos opomos a que aumente a sua família durante o Natal. Desde que seja uma decisão tomada com base nos prós e nos contras. Uma decisão informada e consciente. Não entre na onda das compras por impulso nem em birras da criança lá de casa.

Razões pelas quais um cão nunca deve ser considerado como...


1. Um Presente. Será sem dúvida um sucesso na abertura de prendas, mas um trabalho com o qual não se contava para o pós-Natal. Um cão tem uma esperança média de vida diferente da nossa. Oferecer um cachorro a uma criança de 8 anos, supondo que o animal viverá 10 anos, esta criança que, possivelmente, vai encarar o cachorro como um peluche. Ele vai crescer, vai mudar os seus objectivos e vai deixar os brinquedos para trás. Essa criança com 16 anos não vai entender o cão (agora com 8 anos) como sendo uma responsabilidade e não um bem material. 
Existe um trabalho por trás que os pais devem ter. Se tudo for planeado correctamente, a mesma criança não terá a mesma atitude. Até porque está provado que as crianças adquirem o sentimento de responsabilidade mais cedo quando convivem com um cão. Podem conferir aqui

2. Um dever forçado. Não gostamos que nos obriguem a fazer algo que realmente não nos apetece. Ou não fazemos e desagradamos alguém ou fazemos e sentimo-nos frustrados. Oferecer um cão, sem planeamento prévio, a alguém pode ser uma péssima ideia. O que é bom para si, para o outro não tem de necessariamente bom. Após a desilusão, esperamos que não vá até ao canil mais próximo despejar o inocente animal.

3. Uma compra por impulso. Se a sua família não pode promover um lar sádio a um animal, porquê tentar introduzi-lo no seio familiar? A devolução de um cão acarreta vários tipos de sentimentos negativos para si e para o cão. Pesquise antes. Planeie. Decida se vai comprar um cão puro ou adoptar um abandonado. Tome uma decisão consciente e definitiva em conjunto. Trazer um cão para casa é mais que trazer, é assumir um compromisso.

4.Uma cedência a uma birra. Se a sua filha ou filho desata a berrar e todos os dias lhe diz: Eu quero um Cão! Primeiro, não tem de ceder a todos os caprichos para ser considerado um bom pai ou boa mãe. Segundo, converse. As crianças conseguem entender-nos desde que lhes expliquemos o porquê de não poder ter um cão. Se quer um cão fofinho e todo catita, um Lucas ou um Zurich, vá até à Toys'R'us certamente vai encontrar um cão de peluche extra fofinho.

Perigos do Natal: preparativos

12.12.12

Nesta época natalícia, onde já todos andam engalanados, os cuidados com o seu animal devem ser redobrados. Quanto à decoração isso já é um assunto arrumado aqui. E, quanto aos preparativos? Quanto às noites e dias que antecedem a grande “noite”?

Como bons portugueses que somos, deixamos tudo sempre para última hora. Contudo, em toda a regra há excepções. Suponhamos que vamos adquirindo presentes e colocando debaixo da árvore de Natal, as meias colocadas na lareira, ligamos a lareira para criar ambiente, uma velhinha aqui  outra acolá. Então e onde se encaixa o vosso amigo de 4patas?

Em casa, como sempre, dirão muitos. Em casa, onde todas as tentações moram e os perigos atraem.

  • Presentes: Cá em casa os patudos sabem quando temos uma prenda para eles mesmo quando vem embrulhada como se fosse para oferecer a um nosso semelhante. A ingestão de fitas, papel de embrulho e afins pode causar graves transtornos gastrointestinais, em casos mais graves podem ser fatais.
  • Lareira: O calor emitido pela lareira pode atrair o cão ou gato. O seu animal doméstico deleita-se com o seu calor. Contudo, existe um perigo muito grande quando se fala de lareiras. Ultrapassando o tema das lareiras sem protecção (presumimos que os donos têm o cuidado prévio de colocar  protecção na lareira), essas sim são o maior perigo,  falaremos do fumo. O fumo contém monóxido de carbono, causador de problemas respiratórios. Mantenha a sua lareira devidamente protegida e ensine o seu animal a manterem a distância de segurança adequada.
  • Velas: Todos nós gostamos de ver a casa decorada com velas. Se forem com cheiro, ainda melhor. Arriscamos em dizer que parte do espírito natalício vivido cá em casa se deve às várias velas que temos acesas. Para quem tem cães, o alerta fica pelo "Não deixe as velas ao alcance do seu cão, tenha ele o tamanho que for." Para quem tem gatos, o caso fica mais complicado. Eles são curiosos, eles arriscam, eles ficam tentados a descobrir o que é aquela coisinha. Ou veda o acesso, ou ensina a não chegar perto ou não acende velas. O perigo da queimadura ou até em provocar incêndios é alarmante.
Prevenir é o remédio. Existem mais dicas para que o seu Natal seja mais seguro. Quer saber mais? Então não perca os próximos artigos.

Perigos do Natal: decorações

30.11.12

Cães| Ainda não fizemos a nossa árvore de Natal, mas já entramos no espírito. Onde quer que se esteja já se repara no excesso de marketing, nos centros comerciais abarrotados de gente, nos embrulhos que andam de mão em mão até saírem da loja.
A época do advento leva-nos a ficarmos de tal modo anestesiados que nos esquecemos dos perigos que as decorações de Natal representam para os nossos felpudos e peludos.
  • Luzes
    • Depois de erguer a árvore, quem não gosta de ver o resultado final todo iluminado? As luzes são uma fonte de grande perigo para os animais de companhia - seja uma tentativa de morder ou até de puxarem. Existe o risco de choques e queimaduras eléctricas (na língua ou no focinho) ou até alterações neurológicas ou metabólicas graves. 
  • Bolas de Natal
    • Qual o peludinho ou felpudo que não acha piada a meia dúzia de bolinhas penduradas? Para eles as bolas podem parecer brinquedos ou até algo apelativo para comer. Existem casos de gatos que engoliram uma bolinha ou cães que ao morderem ingerem pedaços. Já viu o quão mal faz ao estômago do seu pet e os danos inerentes a este tipo de situações? Tanto as bolas de natal como as fitas brilhantes ou até mesmo o presépio são perigosos para o seu pequeno.
  • Azevinho
    • Estas plantas de Natal são tóxicas tanto para animais como para humanos. Se optar por ter em casa este tipo de plantas mantenha longe do alcance dos seus pets. Mesmo as plantas artificiais podem ser fatais. Imagine se o seu gatinho ingere uma baga de plástico, tal acto pode levar a uma obstrução intestinal.

A melhor forma de evitar acidentes é prevenindo. Mantenha as tentações longe dos patudos. Uma árvore de Natal pode ser muito interessante e bonita, mas acarreta imensos perigos para um cão ou um gato. Eles não têm a mesma percepção das coisas como nós temos. Uma árvore para nós é bonita toda decorada e iluminada. Para os patuscos, uma árvore pode ser um belo lugar para alçar a pata e as bolas de natal serem usadas como brinquedos para arrancar e brincar. 
Não tem de deixar de fazer a sua árvore de Natal. Tem de estar atento a qualquer movimentação do patudo e delinear onde ele pode estar ou não.