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Manias do Lucas

25.4.12
Sempre que pego no Lucas ao colo ou lhe faço mimos quando ele não quer, ele começa a tossir ou a espirrar.
É verdade, verdadinha! 
No início, pensei que era mera coincidência, agora tenho a certeza. 
O meu cão é mesmo manhoso!

Animalife - assinatura de compromisso

21.4.12

A Animalife está a promover uma acção de sensibilização «Eu respeito os animais, e tu? Assina este compromisso» de forma a que haja maior responsabilização por parte dos donos dos animais de companhia. Na campanha da acção Nélson e Sérgio Rosado, e Nucha dão a cara pela consciencialização   do que é ter um animal e de tudo o que acarreta essa decisão.
Eu assinei e compartilhei com todos os meus amigos e conhecidos, e vocês? Estão à espera do quê? Vão a Animalife e assinem este compromisso.
**

Eu, com a assinatura deste compromisso, comprometo-me a prestar todos os cuidados necessários de que o meu animal de companhia precise; todos os cuidados que estejam ao meu alcance: saúde, alimentação, abrigo, convívio com outros animais e com as pessoas. 


Mais: comprometo-me a comunicar às entidades de apoio e protecção animal, no caso de não poder suportar as despesas que um animal necessariamente comporta e quando ele precisar de cuidados veterinários. É que, tal como eu tenho direito à saúde e ao bem-estar, ele também tem e precisa de quem o faça por ele, já que é um ser indefeso integrado numa sociedade onde quem dita as ordens são os humanos. 

Comprometo-me ainda a dar-lhe afecto, carinho e atenção, não por obrigação, mas como uma forma de retribuir a dedicação e o amor que ele tem por mim e que eu naturalmente nutro por ele. Por isso, estou aqui para protegê-lo e afastar qualquer hipótese de maus-tratos. 

Comprometo-me também a não o vender, trocar ou abandonar. Se um dia, por algum motivo, o doar, que seja com conhecimento de que será respeitado e tratado da mesma forma como foi tratado no seio da minha família, tendo a garantia de que vai ser igualmente feliz. 

Fica aqui ainda expresso o compromisso de que respeitarei toda a legislação municipal e nacional vigente em relação à posse responsável de animais. Porque eu sou e quero ser cada vez mais um dono exemplar! 

O presente compromisso tem prazo de validade indeterminado. Um prazo que gostaria que fosse para sempre, porque os animais de companhia são isso mesmo, uma companhia inigualável e que transpira amor verdadeiro. 

Assim, estou ciente do conteúdo das normas acima descritas, que aceito na sua totalidade. Sem mais demoras, assino o presente compromisso de responsabilidade diante de todos os meus amigos e conhecidos, assumindo plenamente os deveres que nele constam. E desejo que os outros donos façam o mesmo.



Joana Silva, responsável por Lucas

Vida chata!...

15.4.12
Vida chata, esta do Lucas!






Passeio na praia II

8.4.12

O dia hoje foi dedicado ao passeio. O dia foi começado logo com um passeio tal como o Lucas gosta, sem trela e sem limites de velocidade. E não é que o rapaz corre como se fosse um atleta? Andamos a correr à volta do Estádio cerca de 1 hora. Chegamos cansados e esbaforidos. Não temos pedalada para estas andanças e isso nota-se.
Na volta lá almoçamos e lá fomos passear novamente. Chegamos a Vila Nova de Gaia, à praia da Aguda, o vento era delirante. A cada passo para a frente, dois para trás. 

Tiramos a trela e corremos na areia nas 2h30, que havíamos delineado para estarmos juntos. O menino correu que se fartou, encheu-se de areia em tudo que era Lucas, até o focinho estava com areia de cada vez que ele se aninhava cansado na areia. 


O cansaço começou a apoderar-se de nós. Sentamo-nos na areia a olhar para o mar e a recuperar fôlego para regressarmos a casa. 


Lá viemos para o carro, bebemos água e seguimos caminho.  O Lucas estava cheio de areia daquela fininha, tinha salitra no pêlo e a banheira já o estava a chamar.



Depois do banhinho tomado e de ter enchido a barriguinha, o menino deitou-se a dormir. Adormeceu que nem um anjinho e só acordou no dia seguinte.

Páscoa com chocolate próprio para cães

7.4.12
Em tempo de Páscoa, as amêndoas e os chocolates pairam no ar. É difícil resistir a tamanha tentação. É exactamente nesta época festiva que as entradas nas clínicas veterinárias aumentam efusivamente. Porquê? Os donos desinformados fornecem as delícias pascais, nomeadamente chocolate.
Mini-Schoko - chocolate próprio para cães

A maioria dos humanos gosta de chocolate e a maioria dos cães também, todavia este doce não deve ser administrado aos nossos animais por conter um alcalóide chamado teobromina. Não é necessário que haja ingestão de elevada quantidade do chocolate para que haja intoxicação.

A quantidade de teobromina varia consoante o tipo de chocolate, por exemplo o chocolate de culinária e o chocolate amargo contém entre 15-20 mg/grama, já o chocolate de leite contém 1,5mg/grama. Nesta linha de pensamento, um cão do tamanho de um labrador poderia morrer se ingerisse 200 gramas de chocolate de culinária, ou ainda um pinscher pequeno que pese entre 2 a 4 kilos ao comer uma quantidade por mais pequena que seja de chocolate para evidenciaria sintomas de envenenamento.Contudo, é de referir que o chocolate branco é menos tóxico.

Os sintomas de envenenamento, não sendo cumulativos e até muitas vezes nem sendo aparentes, são habituais a excitação e nervosismo, vómitos e diarreia, consumo anormal de água e espasmo.

Para evitar que o nosso sugador de comida nos surripie comida ou que a pedinche a estranhos capazes de cederem, compramos um chocolate especial para cães - Mini-Schoko . A Trixie desenvolveu um chocolate para os cães mais gulosos e ainda que seja uma guloseima contribui para um pêlo mais brilhante através de vitaminas. Com sabor a baunilha e sem nutrientes passíveis de causarem intoxicação.


DIVÓRCIO - Separação de casais: com quem fica o animal?

5.4.12
Um divórcio é um processo complicado, não só para o casal ,mas para os que os rodeiam - filhos e animais. O processo exige muito a nível emocional e a nível temporal. O stress dos donos passa para os seus animais - seja cão, seja gato. Discussões podem levar o seu cão a ficar nervoso e exteriorizando isso de variadas formas: ladrarem, destruírem mobília, começarem a demarcar a casa.  Não negligencie o comportamento do seu cão, se ignorar existe probabilidade de tal se agravar.
E se tornar o seu cão um aliado neste processo doloroso? Quando a discussão aquecer, saia para passear o seu cão. Quando se fechar no quarto, leve o seu cão e faça dele o seu ombro amigo. Ao apoiar-se nele está a inclui-lo e a prevenir problemas comportamentais
Quando há lugar a uma separação o património comum tem de ser partilhado. Considera-se, para este efeito, que o cão é considerado um bem "que pertence a quem o adquiriu ou a quem foi doado". Parte-se do entendimento comum,  que os cônjuges querem o melhor para o animal. Se o animal foi ofertado, não veja isso como uma recordação da pessoa com quem quer terminar o vínculo matrimonial, veja o animal com toda a sua dignidade e identidade.
Se nenhuma das partes se dignar a ficar com o animal, encontre um lar, onde ele se sinta bem e amado, ao invés de o abandonar. 
Se por ventura existem filhos, o ideal é manter o animal junto da criança. Este pode ser o poro-seguro da criança e neste processo é dever dos pais tentar minimizar os danos colaterais.
Se não existem crianças e ambos os cônjuges querem ficar com o animal, o cão deve ser atribuído ao "alpha" da família para evitar o aparecimento de problemas comportamentais.
No caso de haver mais que um cão, o ideal é mante-los todos juntos para, mais uma vez, evitar o aparecimento de problemas comportamentais.
Dividir a "guarda" do cão isto pode resultar, mas o relacionamento entre as duas partes tem de ser muito bom para que possa haver uma rotina ,e por conseguinte o cão habituar-se; e, não aumentar o stress com discussões que irão certamente afectar o animal.

Se mudar de casa e levar o animal consigo, leve todos os bens dele para que ele se sinta em família e seguro. Pense sempre no bem do animal ao invés de ganhar ou derrotar a outra parte.


Latido que incomoda

4.4.12

O que fazer quando o latido do cachorro começa a incomodar? 

Quando um cão late muito alto ou com muita frequência, ele pode tornar-se um problema para os donos e vizinhos dos seus cães. Uma das formas de resolver o problema é identificar o porquê de estar a latir. Como já explicamos aqui, essas podem ser as causas de ele estar a latir.

Latir é normal e natural. Há que ter bom senso para entender quando o cão está a incomodar os que o odeiam. Sempre que o latido se torna incomodativo, diga o mesmo comando de voz. Evite gritar, usar frases longas e diversificar o comando de voz. É preferível dizer SILÊNCIO! do que ESTÁ CALADO. PORTA-TE BEM!. Se o animal responde ao comando de voz e pára de latir, faça-lhe um mimo e, de vez em quando, dê-lhe a guloseima que ele tanto gosta.

Jamais bata no seu animal, seja porque está a latir, seja por qualquer outra razão. Bater no seu cão só o assusta e pode deixá-lo agitado e confuso. Lembre-se que bater pode traumatizar o seu animal e deteriorar a relação que vocês têm.

Uma das soluções pode passar por adestrar o seu cão com um profissional qualificado.

Actualmente, existem várias coleiras anti-latidos estão à venda em qualquer superfície comercial. Entenda que estas coleiras por si só não resolvem a causa do latido. Por exemplo, se o seu cão quer mimo e você ao invés de lhe dar mimo lhe coloca a coleira, não pode esperar que o problema se resolva. Contudo, a coleira apresenta resultados em casos em que esta é acompanhada de um programa amplo de adestramento.

E se lhe dissesse que existe uma cirurgia que reduz o latido? Estaria disposto a submeter o seu cão a uma intervenção destas? Expomos a nossa posição face a esta solução, não admitimos esse tipo de ataque agressivo e exagerado ao direito do próprio animal. Existe quem defenda que esta é uma solução a considerar. Esta cirurgia não resolve por si só o problema. Pense da seguinte forma: se o seu filho fala muito, você fará uma cirurgia para que ele fale menos? 

Latidos - entenda o seu cão

3.4.12
Ter um cão sempre a latir pode ser um verdadeiro incómodo, mas e se lhe disser que o seu cão está a transmitir-lhe o que pensa e o que sente, será ainda assim um incómodo? 

"Se você gravasse tudo o que seu cão 'dissesse', perceberia que cada latido soa diferente e que há mudanças, às vezes subtis, correspondentes na postura", diz o psicólogo e escritor americano Stanley Coren.  


Existem várias perguntas às quais tentaremos responder, entre elas estão: Porquê que os cães latem? O latido do cão é uma língua dos cães? O que me quer transmitir? Quantos tipos diferentes de latido existem? O que fazer quando o latido já incomoda?

Porquê que os cães latem?

Existem várias razões para o seu cão latir. Afinal latir é uma forma de comunicação do seu cão. Quando ele late pode ser por uma das razões seguintes:

  • O cão está ansioso: quando o cão fica ansioso, sente-se sozinho ou abandonado ele pode começar a latir.
  • Quando você vai embora seu cão pode latir por causa da separação.
  • O cão quer emitir um alerta ou aviso pois ouviu, viu ou farejou algo suspeito.
  • Ele viu outro cão ou ouviu outro cão latindo e quer interagir com ele.
  • cão quer brincar consigo.
  • cão assustou-se com algo.
  • Ele quer chamar a atenção.

O latido do cão é uma língua dos cães?

Sabe-se que o latido de cão é utilizado para que um cão possa se comunicar com outros. O latido é utilizado para alertar outros cães sobre perigo ou para interagir com outros cães de alguma forma. O latido talvez não seja uma língua tão complicada como a dos seres humanos, mas sem dúvida é uma forma de expressão que serve para passar mensagens simples. É comum que donos e pessoas que convivem muito com cães consigam diferenciar levemente seu latido para diferentes situações e demandas do cão.

O que me quer transmitir? 

É pouco provável que você vá entender exactamente o que o latido do seu cão quer dizer. Porém, é possível perceber alguns padrões no latido. Perceba se o latido é hostil ou amigável. Você pode identificar se se trata de um latido de dor, geralmente agudo, conhecido como “choro de cachorro”.
Você também pode ver se o latido é um latido longo e contínuo, muitas vezes utilizado para se comunicar com outros cães ou dar alertas que possam ser ouvidos de longas distâncias.
Uma maneira de entender o que o cachorro está dizendo é observar seus movimentos. Os donos geralmente vão se acostumando a identificar alguns movimentos característicos como quando o cachorro quer passear, quando ele está com fome ou sede, quando o cão está carente e quer brincar.

Quantos tipos de latido existem?

Existem vários, mas podemos tentar sectorizar da seguinte forma:
  • Latido excessivo

Quando seu cão late sem parar, ele está prejudicando não apenas a paz de sua família, como também a sua própria saúde. Quanto mais late, mais ansioso e mais estressado o bicho fica. Esse comportamento pode, até mesmo, causar problemas no sistema imunológico do bicho. Por isso, você precisa identificar a causa. Pode ser fome, sede ou medo...

  • Cães latem quando ouvem latidos

Isto é natural. É uma forma de comunicação do bando. Se seu cachorro ouvir o vizinho latindo, vai querer "responder".

  • Latindo de madrugada

Durante a noite o seu animal fica mais atento aos barulhos, pois ele se sente o responsável pela segurança da casa. Assim, qualquer barulhinho, ele mostra que está alerta e late muito. Como controlar? Será preciso acordar diversas vezes ao longo da noite para que você dê uma boa bronca no animal.

  • Latindo para chamar atenção

Você mima muito o seu cão? Então, provavelmente, ele sabe que ao latir ganhará colo, carinho, petiscos e principalmente atenção. Certo? Evite satisfazer todos os desejos e vontade de seu bicho durante os latidos. Assim como as crianças, os animais também precisam de limites.

O que fazer quando o latido já incomoda?

Deixaremos a resposta a esta pergunta para um artigo próprio para o efeito, a publicar brevemente.

Um fim-de-semana em família

1.4.12
Este fim-de-semana é diferente. Costumo passar os fins-de-semana sem o meu menino e nas margens do Rio Ave, o presente fim-de-semana será passado com o Lucas e trataremos de colocar os passeios, as brincadeiras e os mimos em dia. 


Paisagem sob o Rio Ave
Vamos correr muito, rebolar muito, sujar muito, iremos, inclusivé, até à praia se o R. alinhar. Claro que documentaremos tudinho para depois vos mostrar.

Para já deixamo-vos algumas das brincadeiras (retiradas da Revista Cães&Companhia) que temos tentado ensinar ao menino.

Fazer-se de morto
Este truque é bastante antigo e vai deliciar os teus amigos vezes sem conta!
Passo 1: Utiliza um engodo de comida para fazer o cão deitar-se. À medida que ele se senta , segura a guloseima em frente do focinho e rapidamente desloca-a para baixo, junto ás patas dizendo: ”Deita!”, repete o processo até o cão se deitar com o comando verbal.

Passo 2: A seguir ensina o teu cão a rebolar de costas! Enquanto ele está deitado, segura a guloseima em frente ao focinho dele, na tua mão direita desloca-a numa rotação de 20 cm no sentido dos ponteiros do relógio. Isto vai fazer com que a cabeça e a parte superior do corpo do cão rodem.
Ao mesmo tempo, empurra suavemente a parte de cima da barriga com a mão esquerda. “A maior parte das vezes o cão rebola imediatamente e coloca as patas para cima para tu lhe coçares a barriga”. À medida que o animal rebola diz: “rebola”! repete até que ele se deite depois use apenas a guloseima e o movimento circular.

Passo 3: A última fase é uma lenta transição do movimento circular para um gesto de apontar para o teu cão e diz-lhe: ”Morto!”. Faz isso gradualmente, à medida que tu te posicionas cada vez mais longe dele, repetindo sempre a palavra-chave. Eventualmente o teu cão irá rebolar “morto” sempre que apontares para ele dizendo “morto”.

Apanhar uma guloseima no focinho
Esta habilidade também é muito fácil de aprender
Passo 1: segura o focinho do teu cão por baixo com a mão esquerda e coloca uma guloseima na ponta do nariz dele com a mão direita. Devagarinho, afasta as mãos do cão á medida que lhe dizes: “Toma!
Durante as primeira tentativas, a guloseima decerto irá rebolar pelo nariz por cima da cabeça o cão. Apanha-a antes que caia ao chão e repete o processo.
Eventualmente o teu cão descobrirá  um meio de apanhar a guloseima no ar.

Passo 2: Ensina o teu cão a esperar pelo seu comando verbal antes de apanhar a guloseima depositada na ponta do nariz requer que ele aprenda um contacto de espera e outro de acção. Coloca a tua mão esquerda por debaixo do focinho e a guloseima na ponta do nariz com a mão direita e diz “Espera!” num tom de voz firme e baixo. Lentamente retira a tua mão debaixo do focinho e diz “Toma!” se ele desatar a tentar agarrar a guloseima antes de tu lhe dizeres para o fazer, retira o comando de espera.

Passo 3: Aumenta gradualmente o intervalo entre o comando de espera e o de acção, mantendo um tom firme até tu aprovares.

Dicas para que o treino seja mais fácil:
î       Treinar o teu cão para fazer habilidades requer imenso amor e paciência. Portanto não esperes milagres, aqui ficam algumas dicas:
î       Recompensa com frequência e pratica quando o cão estiver calmo e livre de distracções.
î       Controla o teu animal antes de lhe ensinares habilidades; no mínimo o teu cão deve conhecer comandos básicos tais como “senta” e “fica” (tenta levá-lo para uma escola local de obediência).
î       Embora os cães mais jovens sejam mais fáceis de treinar do que os cães mais velhos, todos são capazes de aprender ao longo das suas vidas.
î       Nunca grites ou utilizes nada que provoque a dor, como coleiras de treino (com dentes de metal ou aplicadoras de choques eléctricos). “O treino deve ser uma experiência unificadora divertida tanto para o dono, como para o cão”, afirma o Dr. Hausen.

Defeito meu ou dele

31.3.12
Ando numa guerra com o Sr. Casalta Nabais, eu sei que ele tende a derrotar-me, mas não vou vergar com tanta facilidade. Andamos há uma semana nisto e sei que muitos já desistiram a meio, eu vou aguentar, afinal é só até hoje.


Os dias não têm sido fáceis. Nos momentos livres em que posso estar por casa, a ordem do dia é Estudar. Tenho saudades de estudar naquele silêncio tão característico da biblioteca da faculdade, mas isso já não é possível. Enervo-me com os sussurros que se vão ouvindo, os risos que se vão largando e às duas por três já se foi a minha concentração e estou mais preocupada em que parem e respeitem quem lá está por bem. Assim decidi ficar-me por casa e estudar cá no pouco tempo livre que disponho. 

Pois, tudo podia ser perfeito se o menino Lucas não andasse tão mimado. Quando o R está com ele em casa, o relato do dia é sempre o mesmo: "Fomos passear e dormiu o dia todo como um anjo". Quando sou eu, o caso muda de figura "Fomos passear e ora dormia, ora pedinchava colo, ora dormia, ora ladrava a pedir atenção"

Ele é tão mimalho que até dói. Eu tento mostrar firmeza, eu levo-o a dar passeios longos, eu brinco com ele, rebolo no chão, fazemos trinta por uma linha juntos e ele nunca se cansa.... Eu troco tudo por ele, essa é a verdade. Perco-me no tempo com ele e quando olho para o relógio já é tempo de fugir da beira dele. 

Será defeito dele ou meu?

Cães são bons na cama?

16.3.12
Cães| Grandes nomes da História partilharam a sua cama com os seus cães. Rainha Victoria de Inglaterra compartilhou o seu leito de morte com um Lulu da Pomerânia. Czar da Rússia, Pedro, o Grande, dormiu com o seu galgo italiano. Ao longo da história, as pessoas foram se acomodando com os caninos à noite. E por que não? É tão obviamente tentador, ainda para mais tendo um Caniche como aquecedor de cama, ou um Dachshund como aquecedor de pés.

Ao dormir com o seu cão, estará ao mesmo nível que ele, estará a dar-lhe autoridade para tal. Quando você   ajusta, educadamente, a sua posição de dormir para que o seu cão caiba a seu lado, estará a agir como seu subordinado.

Se você se afirmar como o alfa da matilha, você provavelmente não precisa de se preocupar. Se o seu cão se mostra agressivo ou ansioso, esses comportamentos podem significar que você está em risco de uma mordida, e talvez seja hora de consultar um instrutor profissional para o seu cão. Os comportamentos potencialmente perigosos devem ser tratados antes de convidá-lo para a festa do pijama. Analise bem o seu comportamento durante a noite e hábitos de sono. Confira que tanto você como o seu cão estão com a saúde em dia. Pense duas vezes em co-dormir com o seu cão. 

Poderia compartilhar a sua cama com um cão que apresenta riscos à saúde?
Você pode ficar doente ao dormir com o seu cão de pequeno porte?

A lista de doenças, que podem ser transmitidas pelo seu cão, pode ser bastante chocante. De acordo com um estudo publicado na revista Emerging Infectious Diseases, os riscos para a saúde incluem tudo, desde parasitas internos a peste bubónica. Sim, essa peste bubónica, bem como mais comuns (mas não menos assustadoras) doenças, tais como Staphylococcus aureus resistente à meticilina, ou meningite. Com o emprego de doses regulares de cuidados preventivos e de senso comum, você pode desfrutar de um afago a meio da noite com o seu cão, mesmo que tenha alguma alergia. Se os problemas de asma ou relacionados surgirem quando você estiver com o seu cão, tente utilizar um filtro de ar para absorver alergéneos e lavar os lençóis com maior frequência.

Se, no entanto, você tem uma condição de saúde mais grave que compromete o sistema imunológico, tais como HIV positivos ou está submetido a tratamentos como quimioterapia, não é uma boa ideia dormir com o seu cão. As suas defesas estão enfraquecidas e pode ter problemas para lidar com a tensão.

Se dormir com o seu cão simplesmente não é correcto para si, coloque uma cama confortável para o seu cão perto da sua, para que possa ter um sono melhor. 

Posto isto, o Sr. Lucas dorme na sua caminha, no chão, e jamais tentou dormir na minha cama. Sabe bem os limites da casa. Não me sentiria bem com o Lucas dentro dos meus lençóis, e não é por isso que o amo menos.

Fim-de-semana caótico

5.3.12
O meu local de trabalho ficava a 30km de casa e como tive a possibilidade de levar o Lucas comigo, assim o fiz. Íamos ficar na casa mais familiar de todas - a casa da mãe - e tudo correria bem (pensava eu). Nada lhe faltou - miminhos, atenção, carinho, passeios e comidinha.

As rotinas do Lucas tinham sido alteradas e tentadas cumprir por pessoas que ele mal conhecia. 
A primeira noite  foi horrível. O Lucas ficou com a sua caminha aos pés da cama, estava bem aconchegado, o estômago estava saciado e a voltinha da noite também. Tudo parecia bem até às 4 da manhã, até o menino dar ar da sua graça e começar a ganir, a ladrar, a choramingar. Levantei-me, estive com ele e aguardei que isso passasse. O problema é que não passou...Fiquei com ele até às 6h30, não acalmou nem por um segundo. Contudo, após eu me arranjar olhei para ele e já estava a dormitar feito anjinho.

Reconheço que foi uma mudança brusca na rotina dele, mas tinha de ser, não o podia deixar em casa sozinho por dois dias. A tarde passou-se bem, já que ele compensou largamente a noite em claro. 

A segunda noite foi a pior de todas. Sabia que tinha pela frente um dia duro de trabalho, com 10 horas que exigem muito de mim. Lucas, não se fez rogado e nesta noite, resolveu só me deixar dormir 2horas, às 2 da manhã foi tal e qual como na noite anterior - ladrar, choramingar, ganir. Quando eu me preparava para sair de casa, lá ele se estendeu na caminha dele e adormeceu. Dormiu o dia todo, acordando apenas para beber água e "penicar" alguma da ração.

Já de noite cerrada, era tempo de regressar a casa, quando me disseram - Ele não está bem, passou a tarde a gemer, tem vómitos e fez imensas evacuações com fezes moles. O pânico instalou-se, tínhamos conseguido que estes sintomas desaparecessem há uns meses (pensava eu). Realmente, ele não estava tão enérgico como costumava estar.

Tratei de cancelar as mil e uma coisas para o dia seguinte, o dia será dedicado ao menino e consequente visita ao veterinário.

A volta para casa foi pacífica. Sentou-se no banco e olhava para fora, encostou a cabeça na minha perna e por momentos cochilou. Já em casa, correu para dentro, e inspeccionou tudo e todos. Bebeu água, recebeu uns miminhos, comeu e deitou-se no seu lugar favorito - o sofá. Adormeceu às 21h e acordou 12 horas depois, estava cansado e a precisar de recarregar as baterias.

Hoje vamos ao veterinário.

Fofura

13.2.12
  Haverá coisa mais fofa que ter este cão lindo, maravilhoso e perfeito sempre à nossa espera? O meu menino é mais que perfeito...




A corrida

12.2.12
O Lucas hoje adorou a corrida, estava tão enérgico, que assim que a porta do elevador se abriu puxou-me logo. Ao retirar a trela e o arnês desatou a correr. Sem perigo, ele à volta do estádio não foge e por isso deixamo-lo sentir-se um pouco mais livre. Desde que começou a ser medicado para as artroses nas patas traseiras, ele tem-se sentido muito melhor.


 O menino gosta sempre de cheirar os odores dos amiguinhos que por lá passam.


Oh, p'ra eu, Joana! Corre atrás de mim, andaaaaaa!


Qual Hulk qual quê, é o Lucas ;)
  
 É gratificante vê-lo tão feliz e saber que contribuo diariamente para que ele seja cada vez mais.

A eficácia do Reiki em animais

11.2.12

Ando a pesquisar algo mais sobre a eficácia do Reiki nos animais, e tenho encontrado situações que realmente me fazem acreditar que o Reiki tem o mesmo efeito tanto nos humanos como nos animais.
Deixo um artigo publicado no DN, por Elaine Lucena Teles, a 11 de Março de 2010.





"A terapia Reiki em animais tem se mostrado muito eficiente, age da mesma forma que nos seres humanos, promovendo o bem estar, equilíbrio e cura de forma integral.

Um sistema de cura milenar, suave e não invasiva, onde as mãos canalizam a energia vital do universo (Rei) e irradiam essa vibração de harmonia, restabelecendo o equilíbrio da energia vital do paciente (Ki). O Reiki também não apresenta efeitos colaterais ou contra indicações e pode ser aplicado juntamente com os tratamentos convencionais.

A terapia pode ser usada para tratar problemas de comportamento como agressividade, stress, depressão e também após cirurgias ajudando no processo de cicatrização, em animais idosos promovendo uma melhora na qualidade de vida e em animais com doenças terminais ajuda a suavizar e dar mais conforto, aliviando a dor e facilitando a transição para a morte. Pode, por exemplo, ser um apoio a um tratamento de acupuntura, homeopatia, essências florais e todas as outras formas de cura, ocupando cada vez mais espaço nas clínicas veterinárias.

Para os animais saudáveis, ajuda a manter a saúde, melhora o relaxamento e promove uma sensação de calma e contentamento.

Todos os animais podem ser tratados com a terapia Reiki. Nos animais domésticos e mansos o tratamento feito por imposição directa das mãos. Para os animais de grande porte, agressivos e os animais silvestres utiliza-se o Reiki distância. Seja por imposição directa das mãos ou distância, os tratamentos são igualmente eficazes, como diversos relatos o comprovam.

Em cavalos, por exemplo, há resultados positivos em problemas como distenções musculares, stress, dores, dor, infecções, entre outros. Em animais domésticos os efeitos também são maravilhosos.

Posso citar o caso de uma cachorrinha que estava com uma grave infecção intestinal, vomitava muito e mesmo depois de medicada continuou quieta, sem ânimo. Após uma aplicação de Reiki à distância ela curou-se e no mesmo dia começou a brincar. Os gatos também são extremamente sensíveis à energia Reiki e ficam tranquilos para receber o tratamento. Muitos animais adormecem durante a aplicação

Os animais tem a capacidade de absorver a energia de forma mais rápida e intensa do que os humanos. Depois de um tratamento, os resultados geralmente podem ser vistos nas próximas 24-48 horas. Apesar de alguns tratamentos exigirem sessões regulares para completar o processo de cura. Por isso, muitas vezes, recomenda-se que os donos aprendam a terapia para assegurar a continuidade no tratamento.

O curso não tem restrições, está disponível a todos, basta que a pessoa se dedique ao estudo da técnica. Após ser sintonizada a pessoa poder canalizar esta energia e tratar a si mesma, animais, plantas e outras pessoas.

O terapeuta actua como um instrumento para a transmissão da energia que flui para o bem maior. Mesmo no sabendo qual o problema, o Reiki sempre vai fonte dos problemas de saúde, trazendo a cura em todos os níveis, no tendo barreiras de tempo/espaço."

Alguém já teve uma experiência com o seu animal de estimação?

O menino da casa

9.2.12
O Lucas detesta que eu esteja no computador. Adora quando o pego ao colo. Adora receber atenção e mimos. Basicamente, ama ser o menino da casa e eu amo que ele seja o menino da casa!

What you give, you get back


What you give, you get back!

Uma tarde animada.

5.2.12
As meninas da Pet Shop já tinham perguntado pelo Lucas, e tal como combinado descemos para conversar com as meninas e o Lucas lhes dar uns beijinhos.
Contamos as novidades, o menino recebeu miminhos, e ainda trouxemos para casa uns ossinhos e um pente de dentes largos para ver se não aparecem nós desta vez.
Quando chegamos a casa fomos experimentar o pente novo,e como o Lucas se portou lindamente, teve direito a um miminho extra.



Nova Etapa

1.2.12
Vamos iniciar uma nova etapa.
O Lucas faz as necessidades quase todas fora de casa, excepto algumas que lhe escapam ao controlo. São poucas, mas deviam ser nenhumas.
Nem as constantes idas à rua o libertam de tanto xixi. 
Actualmente, ele ,quando acorda mais cedo do que nós, até pede para abrir a porta da varanda e faz o primeiro xixi da manhã lá, mas depois entre o passeio da tarde e o passeio da noite ele tem deslizes e lá vai um xixi dentro de casa....
Assim, decidimos experimentar o Tapete Higiénico da Purina para que ele comece a fazer aquelas pequenas recaídas na varanda, ao invés do interior da casa.
Espero sinceramente que isto resulte!

O meu fiel amigo

31.1.12
Quem não se lembra das aventuras da Lassie? E da história  de amor entre o rafeiro Vagabundo e a mimada Dama, em A Dama e o Vagabundo? E da amizade cúmplice entre Travis e Old Yeller, em Old Yeller? E da parceria entre Scott Turner e Hooch, em Uma Dupla Quase Perfeita? E do fascínio da Cruela pelos casacos de pele, que a leva a raptar os cachorrinhos de Anita, em 101 Dálmatas? E das grandes confusões que um São Bernardo arranjava em casa da família Newton, em Beethoven?  E do Labrador Marley que tantas diabruras fez e que tantas saudades deixou à família Grogan, em Marley&Eu?

Por diversas vezes assistimos a filmes em que o melhor amigo é um cão. Um simples cão capaz de mudar a vida de quem o rodeia com ...
Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. Amizade. Amor. 

De quantas pessoas você pode esperar tudo isto?

Ontem cheguei a casa cansada e tinha o meu fiel amigo à minha espera no sofá para me dar um abraço. De quantas pessoas eu posso esperar estas atitudes?