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Review&Giveaway: Fomos a banhos com a Quinta das Patinhas

30.5.13
Patas&Focinhos Fotografia
Review| Existem momentos em que simplesmente não tem tempo para lavar e secar o cabelo? Ora porque choveu e ficou com o cabelo assolapado e tem uma reunião importantíssima, ora porque acordou tardíssimo, e não deu tempo para enfrentar o chuveiro. Em ambas as hipóteses, estamos de acordo que o cabeleireiro é sempre uma óptima solução, certo? Com o cão isso também acontece. Um profissional sempre disponível para banhar, escovar e massajar o seu cão é um bem precioso.
Patas&Focinhos Fotografia
"Quem tem um cão tem uma preocupação acrescida na hora de sair de casa. Foi esta mesma questão que levou os dois amigos e sócios, Ricardo Villar e António Lopes, a criar o Hotel para Cães da Quinta das Patinhas. Este é um espaço privilegiado, no Cobre, em Cascais, num local cercado pela Natureza apenas a 20 minutos de Lisboa", informa a responsável de comunicação.
Na passada segunda-feira, presenteamos o Big, o nosso seguidor-pug-leitor, com uma experiência na Quinta das Patinhas. Fomos a banhos com este fotogénico pug. Sim, porque estrela que é estrela merece ter  a sua vida documentada pelas melhores fotógrafas - Patas&Focinhos Fotografia.

Patas&Focinhos Fotografia
Atendimento - bom
No hotel, é possível associar o acolhimento familiar a uma segunda família, que procurará satisfazer todas as necessidades do seu cão. Neste espaço poderá obter o carinho que ele tanto aprecia, a segurança que merece, a higiene de que necessita e o conforto que fará da sua estadia um verdadeiro prazer.

Serviço - bom
Esta foi a primeira experiência do Big com o secador. Este patusco maravilhoso revelou-se um senhor, comportando-se da melhor forma face a esta inovação.
Depois do banho, o Big permaneceu cheirosinho e adormeceu pelo caminho de tão relaxado que estava. 

Estrutura - bom
A Quinta das Patinhas possui uma ampla área verde possibilitando o contacto com a natureza. Além disso, os canis são espaçosos. Durante a visita ao hotel, verificamos que todos os cães hospedados estavam felizes e com os canis limpos. A sala de banhos e tosquias tem todos os equipamentos necessários ao bom desempenho profissional. Há que ter em conta que é um espaço rústico a ser melhorado de dia para dia para alcançar o estatuto de espaço ideal.

Preço - Muito bom
Os preços estão disponíveis no site da Quinta das Patinhas. Comparativamente aos preços praticados de Norte a Sul de Portugal, são bastante acessíveis. Um ponto a favor!

Patas&Focinhos Fotografia
A Quinta das Patinhas está a oferecer um tratamento igual ao do Big para poderem vivenciar de perto uma experiência neste local.

Vamos fazer um sorteio aleatório para este giveaway; para isso, só precisamos que deixem em comentário a este post o vosso nome e e-mail, para que vos contacte caso ganhem, e que façam um like na página da Quinta das Patinhas - e deixem um comentário, se assim entenderem :)

Podem concorrer até à meia noite do dia 13 de Junho.

Boa sorte!

Passeie o seu cão de forma segura à noite

29.5.13
Patas&Focinhos Fotografia

Cães| Agora que as noites começam a aquecer, os passeios noturnos sabem bem. São também necessários e podem revelar-se perigosos. A visibilidade é reduzida, o que significa que não só você não verá todos os obstáculos e perigos ao nível do solo (por exemplo: pedras ou vidros), como também você não será tão visível para os condutores, ciclistas ou corredores, que inadvertidamente possam invadir o seu espaço e o do seu cão. Dependendo das zonas, poderemos ter mais ou menos distracções para o seu cão. O mais comum do citadino verá com bastante frequência gatos da vizinhança à espreita.

Melhorar a visibilidade
Existem imensos produtos uteis e fáceis de encontrar para que possa caminhar ou pedalar com o seu patudo durante a noite em segurança. Naturalmente, a solução mais fácil e comum será adquirir um rolo de fita reflectora e anexá-lo à coleira, trela e peitoral do seu cão. Se quiser um produto projectado unicamente para esse fim, há muito por onde escolher.

O mais vulgar são as coleiras com luz a piscar, coleiras com luzes de longo (tão forte como a luz de uma lanterna padrão) ou pequeno alcance. Procure produtos que tenham fácil substituição da bateria para que tenha sempre o produto disponível na hora do passeio.
  • Coleiras e trelas com tiras reflectoras e luzes, de modo que, mesmo quando a luz não está a brilhar sobre o seu cão, as luzes vão iluminar o seu cão no escuro - luzes piscando e as luzes estáveis ​​estão disponíveis
  • Luzes que piscam para o efeito, não as da árvore de Natal, para anexar à sua roupa e coleira do seu cão
  • Medalha para a coleira com revestimento reflector
  • Peitorais de cores vivas e reflectores para si e para o seu cão
  • Lanternas que se colocam na coleira do cão, ou na cabeça (por exemplo, do tipo usado por mushers, alpinistas e mineiros)
  • Apito estridente para se fazer ouvir antes de qualquer eventualidade
Usar com cuidado
Mesmo com o seu cão equipado com as melhores luzes e materiais reflectores, seria ainda mehlro utilizar a sua própria lanterna para que tenha controlo do seu campo de visão.

Outra das atitudes, a ter durante a noite, é a de caminhar sempre na direcção oposta à do trânsito. Pode parecer contra-senso, mas esta medida permite que ao ver algo na sua direcção, você se possa afastar o mais rápido possível. Esteja sempre ciente dos sons e movimentos ao seu redor e esteja sempre pronto a qualquer desvio.

Não estamos a aconselhar uma atitude de medo, apenas uma atitude de consciência. Podem existir cães soltos, gatos noturnos e, em alguns lugares, pessoas problemáticas. Existem, também, os corredores e ciclistas que podem não estar a prestar atenção e chegar até si e ao seu cão muito rapidamente, assustando seu cão. E com isso em mente, mantenha sempre o seu cão na trela, e sempre de mão firme na trela. A noite é um momento especialmente mau para perder seu cão.

Não se esqueça do que você deve vestir. Se você estiver a usar roupas escuras, basicamente será invisível na escuridão. No mínimo, você deve ter uma camisola de cor clara para usar à noite. Melhor é ter roupas reflectoras para os seus passeios noturnos. Um colete e ténis reflectores vão melhorar a sua visibilidade. Lembre-se que você pode fazer o seu próprio equipamento reflector usando um rolo de fita reflectora. Por último, mas não menos importante, certifique-se de ter o seu telemóvel escondido, em segurança, no bolso.

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Mimar sem estragar a saúde do patudo

28.5.13
Patas&Focinhos Fotografia
Alimentação| Culpados. Nós somos os culpados de oferecer aos nossos cães guloseimas.Embora aparentemente seja agradável, pode ser o melhor para a sua saúde. Na verdade, um animal que habitualmente come em demasia biscoitos ou outras guloseimas pode desenvolver doenças cardíacas, artrite, obesidade e acidente vascular cerebral.

A melhor forma de o mimar sem estragar a sua saúde:
1. Mime o seu cão sem comida
Existem muitas formas de o fazer. Cães e gatos respondem muito bem ao elogio, quando dado numa voz feliz e animada. Use as suas habilidades vocais, junte abraços, amor, carinho e beijinhos. Pode mimar o seu cão com um passeio de carro, uma ida à praia, uma corrida, um jogo.

Os animais são muito diferentes dos humanos no que toca ao entendimento do que é um mimo. Para os humanos, os alimentos são emocionais, muito mais que para os cães. Daí a tendência em oferecer comida.

2. Faça os seus próprios biscoitos para cão
Muitas frutas e legumes que nós, humanos, somos incentivados a comer são , também, benéficos, para os nossos cães. Eles devem ser cortados de forma pequena para facilitar a digestão, e os legumes devem ser preferencialmente crus ou levemente cozidos ao vapor, para que os nutrientes possam ser absorvidos na totalidade pelo seu cão.

Carne e peixe são ingredientes óptimos para biscoitos para animais de estimação. Vocês pode fazer os seus próprios biscoitos com ração húmida para cão. Quanto ao aconselhamento de carne crua, desde que tome todos os cuidados necessários, pode oferecer ao seu cão. Note que se ele tiver uma ração com todos os nutrientes necessários, não será de todo aconselhável estar a oferecer este nutriente.

3. Compre produtos de marcas confiáveis
Opte por comprar guloseimas de marcas confiáveis. Na hora de comprar pense em adquirir produtos como os da marca Nina Maria. Nutrientes frescos, confiáveis, sem aditivos,com tabela nutricional, que todos entenderão, e à distância de um clique.

Já tentou ler a tabela nutricional do último produto de marca comercial? Se sim, entendeu na totalidade o que lá havia descrito? Quanto mais palavras que você não entenda, maior é a probabilidade de esse alimento ser prejudicial ao seu patudo. Evite corantes, conservantes, gorduras saturadas e sódio.

4. Sobras de comida
Tem o hábito de mimar o seu cão com sobras de comida? Certifique-se que o seu comportamento não é diário, nem mensal. Existem uma série de produtos que nós, humanos, consumimos e não são permitidos aos cães. Falamos, assim, de chocolate, alho, cebola, uvas, entre outros. Os próprios temperos (especiarias, caldos e sal) são prejudiciais aos patudos. Evite este comportamento. Tente riscá-lo da sua lista.

5. Limitar a quantidade diária
Os biscoitos não devem ser mais de 10% da dieta diária do seu cão, porque eles não são equilibrados. Muitas guloseimas podem significar que o seu cão ingere uma excessiva quantidade de uma substância (normalmente, calorias) e pouca quantidade do que é necessário (vitaminas, minerais).

6. Consulte o seu veterinário
Lembre-se que o veterinário é um dos seus melhores recursos para obter informações sobre o que dar ao seu animal de estimação. Os donos de cães devem estar conscientes que a formação dos veterinários incide sobre como alimentar os cães de forma comercial (ração). Se deseja fazer a sua própria alimentação, opte por consultar um nutricionista veterinário.

Factos interessantes sobre o cão de água português

24.5.13
Patas&Focinhos Fotografia
Cães| Obama prometeu às suas filhas que lhes daria um cão assim que se tornasse presidente. Em 2009 cumpriu a sua palavra e adquiriu Bo, um Cão de Água Português. Bem, não foi bem uma aquisição, foi mais uma oferta do senador Kennedy. Todos nós sabemos que um animal de estimação não é apenas um presente, ele é um fantástico anti-stress - o que pode fazer imenso jeito ao Presidente dos Estados Unidos nas horas críticas.
Mas porquê escolher um cão tão raro? Tão raro que existem apenas cerca de mil exemplares em todo o mundo. 

Um amigo da família
O Cão de Água Português é um cão de porte médio, robusto, musculado, com membranas entre os dedos dos pés, o que o ajuda a nadar. Em temperamento, o CAP é carinhoso, divertido, inteligente, enérgico, agradável e leal - uma característica tão necessária nos dias de hoje. Além disso, este cão não solta pêlo, sendo uma óptima escolha para pessoas com alergias. A filha de Obama - Malia - tem alergias, logo Bo foi uma excelente escolha.
O Cão de Água Português é um cão de treino fácil e de uma meiguice incrível com as crianças. Não sabe estar-de-vigia-o-dia-todo, precisando, assim, de actividade física e mental. 

Metade cão, metade peixe?
Apesar de se pensar que a sua ascendência provem da Ásia Central por volta de 700 a.C., o Cão de Água Português teve maior destaque em Portugal, onde guiava os cardumes às redes, recuperava objectos caídos na água, fazia de cão correio entre barcos e entre terra e mar, protegia o barco e a pesca do dia.
No entanto, como o século XIX chegou ao fim, os métodos de pesca tradicionais rapidamente se modernizaram. Desta forma, os pescadores trocaram os cães por equipamento de pesca mais avançado.

Das cinzas ...
Quase à beira da extinção, o Cão de Água Português foi salvo por um magnata da pesca português - Vasco Bensaúde - em 1930. Este homem procurou os cães dos velhos pescadores para inscrevê-los num programa de selecção. Não só salvou a raça, como obteve bastante publicidade com a entrada de Bo na Casa Branca. Tanta publicidade que os irmãos de Boo foram vendidos para Alemanha. Uma boa notícia para um cão de raça rara, divertido e maravilhoso.

Então, se você estava à procura de um companheiro canino, não se canse mais. Se a raça é boa o suficiente para Obama e sua família, então só poderá ser boa o suficiente para si também.

Dr. Pedro Nabais: Dog Treats, como e quando devemos dar

22.5.13
Patas&Focinhos Fotografia
Exclusivo| Dar biscoitos ao nosso animal por tudo e por nada não deve ser uma prática reiterada no nosso quotidiano. Sabem observar a tabela nutricional que vem nas embalagens? Sabem o que cada palavra significa? Sabem as consequências que a não observação de determinados aspectos pode causar? Há que ter a devida atenção na hora de escolher e na quantidade, como explica o Dr. Pedro Nabais, Veterinário – Director Técnico Naturea Petfoods.

Nunca como agora, a questão das guloseimas caninas, habitualmente designados por “dog treats”, foram tão faladas, e infelizmente, pelos piores motivos. Nos últimos dias, temos assistido a várias noticias (http://vitals.nbcnews.com/_news/2012/09/14/13865945-pet-jerky-treat-death-toll-360-dogs-1-cat-fda-says) que vão dando conta de uma série de problemas registados em cães e gatos, provocados pela ingestão de alguns desses produtos. Estes “acidentes”, apenas nos relembram da importância que temos de dar à escolha de tudo aquilo que damos aos nossos amigos de quatro patas, onde temos de incluir as próprias “guloseimas”. Por esse facto, a origem, os ingredientes e os conservantes, devem ser analisados antes de qualquer compra, e a escolha deve depender da confiança nesses parâmetros. Biscoitos e tiras secas fabricadas a partir de subprodutos, originários de países desconhecidos e/ou duvidosos, com a utilização de conservantes artificiais, ou esterilizados com recurso a radiações, na nossa opinião são sempre de colocar de parte. 

Os ingredientes deverão ser o mais naturais possíveis e com a máxima qualidade possível, de preferência aprovados para consumo humano. Mesmo quando os fabricamos em casa, há uma série de aspectos que temos de ter em atenção, pois as nossas guloseimas, são muito diferentes das “guloseimas caninas”. O sal, os temperos, o açúcar, os cereais, são tudo ingredientes a evitar, tal como o Chocolate, que como sabemos, é tóxico e muito perigoso para os nossos amigos de quatro patas.

A quantidade a administrar, é sempre relativa e deve ter em conta a componente calórica do alimento. Como o próprio nome desse tipo de produtos indica: “Alimentos complementares para cães e gatos”, os mesmos são pensados e fabricados para serem administrados em complemento à alimentação habitual. Dessa forma, independentemente do tipo e até a qualidade do produto que estamos a falar, deverá ser sempre a excepção e não a regra, isto é, deverão ser dados apenas em “ocasiões especiais” e não satisfazer a vontade da rapaziada, e fazer disso a sua alimentação base. Como recompensa por uma boa acção, ou como um “miminho” quando nos apetece (a nós), é, e deve ser sempre, suficiente. 

Um pormenor importante, é que a quantidade da alimentação completa diária habitual deverá ter em atenção os “extras” que foram administrados durante o dia, ou seja, quando abusamos nos “miminhos” e/ou recompensas, não nos podemos esquecer de ajustar a quantidade de alimento completo administrado. Caso contrário, corremos sérios riscos de ficarmos com uns amigos de quatro patas muito redondos.

Porquê que os cães gostam de erva?

20.5.13
Patas&Focinhos Fotografia
Saúde| Os cães adoram mastigar erva. Alguns chegam mesmo a tornar essa paixão num hábito diário. Descanse! A maioria dos especialistas acredita que não se deve preocupar com isso. Então, porquê que os cães devoraram o manto verde do jardim?

Os cães são carnívoros, certo?
Os cães, ao contrário de muitas teorias defendidas, não são carnívoros. Contudo, também não são omnívoros. Por largas dezenas de anos, estes carnívoros oportunistas devoravam tudo e mais alguma coisa, desde que cumpridas as suas necessidades nutricionais básicas.

O cão moderno, em parte pela evolução e domesticação, não é mais como os seus antepassados, que, maioritariamente das vezes, comiam as suas presas totalmente, incluindo o conteúdo do estômago de animais herbívoros. Em vez disso, os cães foram buscar plantas como uma fonte alternativa. O mais comum, é a erva, mas são conhecidos por comerem, também, fruta, bagas e outros vegetais.

Claramente que os cães podem encontrar muitos nutrientes nos alimentos de origem vegetal. Porquê que depois de comer erva, o meu cão vomita?

Quando ele vomita...
Ao que parece a erva pode funcionar como o Rennie. Quando ingerida, a erva faz cócegas na garganta e no estômago, essa sensação, por sua vez, pode levar o cão a vomitar, principalmente, se a engoliu em vez de a mastigar.

Embora os cães não consumam grandes quantidades como as vacas, eles podem roer ou mastigar durante uns tempos e não vomitar. Isso pode ser justificável pela palatividade da erva ou por quererem sentir-se mais saciados.

Necessidade nutricional
Seja por que motivo for, a maioria dos especialistas não vêem perigo em deixar o seu cão comer erva. Na verdade, a erva contém nutrientes essenciais de que um cão pode precisar, especialmente se eles estão com uma dieta comercial. Se você perceber que seu cão anda a mastigar erva ou plantas de casa, então deverá equacionar a hipótese de introduzir ervas naturais ou legumes cozidos na alimentação diária do patusco.

Se pensar em todas estas razões, certamente concluirá que, afinal, comer erva não é mau de todo. No entanto, tenha atenção para um consumo repentino de erva, poderá ser um sinal subjacente de que o seu cão necessita de ser observado.

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Hoje foi assim...

18.5.13