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Predisposição a doenças: Labrador Retriever

22.2.13
Tico - o labrador da família
Saúde| Quem não viu o Marley, em Marley&Eu, o labrador mais amado e mais activo das telas de cinema? Quem nunca quis ter um labrador na família? O labrador só por si é um cão lindo e amável. É a verdadeira estrela quando passa na rua - todos querem fazer uma carícia quando se passa com um labrador.

Algumas raças de cães têm predisposição para desenvolver determinadas doenças. Acontece da mesma forma com os humanos. Certas doenças são mais comuns em determinadas regiões do planeta. A genética está sempre na base de muita coisa e aqui não é excepção.

No caso dos labradores, a primeira e grande doença é a Obesidade. O labrador tende a ser obeso quando adulto, principalmente se viver em apartamento e se for castrado. O labrador é um cão muito bom para  fazer agillity ou  nadar. Convém é fazer exercícios que gastem muitas calorias. Eles gostam muito de comer, de passear e de correr e brincar. Por isso, é um animal que precisa de exercício para evitar que se torne um cão obeso e até "adquirir" algumas doenças que decorrem da obesidade.

O hipertiroidismo é a segunda doença endócrina com maior incidência nos cães. Todos os cães de idade intermédia (entre os 5 e 6 anos de idade) são propensos ao aparecimento desta disfunção da tiróide. Contudo, o hipertiroisimo tende a manisfestar-se em idades mais precoces nas seguintes raças: Schnauzer, Golden Retriever, Labrador, Pinscher, Daschshund, Boxer, Poodle, Cocker, Beagle. Quer os machos quer as fêmeas têm a mesma probabilidade de desenvolver a doenças, contudo animais castrados têm um risco acrescido face aos não castrados.

As doenças osteo-articulares acabam por atingir alguns labradores, que podem ser genéticas ou não, ou até serem consequência da obesidade. Existe a tendência da displasia do cotovelo, displasia coxo-femural - que é genética!- portanto é conveniente que se saiba a linhagem do animal e o histórico dos pais.

Outra doença bastante comum é a cegueira, no caso desta raça e na maioria dos casos, pode ser por atrofia da retina ou por cataratas. A genética tem mais uma vez o papel de destaque.